Aos interessados em redes complexas sugiro esse vídeo de Christaskis. Ele se concentra nas redes sociais. Intrigante.
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quarta-feira, 31 de agosto de 2011
Redes Socias e Complexas
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segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
Ciência Motivacional
Nesse fim de semana, quando uma malvada virose me permitiu, estive assistindo o vídeo da palestra de Dan Pink no TED Oxford. Ele retoma a questão cujo a qual já discorri aqui no blog e que tem Dan Ariely, autor de Predictabily Irrational” como a voz mais ativa: a economia comportamental.
Pink volta à questão do que motiva as pessoas e o caráter deletério que as recompensas financeiras podem ter. Em particular, ele dá exemplos de tarefas criativas e de como as pessoas reagem negativamente quando instigadas a desenvolvê-las por recompensas financeiras. Em tarefas onde se exige esforço mecânico e continuado as recompensas financeiras funcionam bem. Mas o mundo dos negócios hoje em dia se baseia de mais em mais em atividades criativas.
O exemplo da estratégia da Google de dar 20% do tempo do trabalho para o funcionário fazer o que desejar é mencionado como uma prática adequada para esse novo contexto. Cerca de 50% dos novos produtos da Google nasceram dos próprios funcionários justamente nesse momento em que têm tempo livre. A motivação que os move é a de poder criar algo novo e atrelar seu nome a isso.
A palestra começa com uma historinha de um exercício criativo que é bem interessante: o problema da vela. Veja a figura abaixo com tachinhas, fósforos e a vela. Como fazer para acender a vela suportá-la na parede de forma que a cera não caia na mesa. A resposta está no vídeo, mas saibam que pessoas recompensadas com dinheiro para terminar essa tarefa mais rápido acabam por realizá-la de forma mais lenta do que um grupo sem esse tipo de incentivo.
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segunda-feira, 22 de novembro de 2010
Novas Formas de Interação com o Computador
Esse vídeo do TED mostra uma nova forma de interface homem-máquina que é verdadeiramente incrível e que já tinha mencionado aqui. Os pesquisadores estão usando Brain Computer Interaction (interação pelo cérebro) onde o usuário move objetos na tela simplesmente pelo pensamento. Por exemplo, um avatar pode andar para frente quando o usuário pensa em mover seus próprios pés, ou ele dobra a direita ou esquerda quando se pensa em mover os braços direito ou esquerdo. Pessoas que não podem se locomover teriam a possibilidade de fazê-lo no mundo virtual ou mesmo fazer uma cadeira elétrica andar sem precisar de controles manuais. Só com o poder da mente!
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segunda-feira, 10 de maio de 2010
TEDxSudeste: Minha Experiência
Primeiramente, creio haver uma ansiedade particular por se tratar do TED. É uma marca consolidada no nosso imaginário. Sempre que se fala do TED vem à mente as palestras inesquecíveis, motivadoras e que nos fizeram sonhar. Colocamos a barra bem alta. Quando chega a nossa vez, é natural se perguntar: serei capaz de tanto?
Outro desafio é a rigidez do tempo. 18 minutos (e que acabaram se transformando, na última hora, em quinze) requer concentração e foco para dizer o essencial. Mas fica sempre o receio de deixar de dizer algo. Quem defendeu uma tese sabe bem o que isso significa. São anos de trabalho e resumi-los em poucos minutos é difícil. Dá vontade de contar cada pedacinho vivido.
Por fim, há o fato da palestra estar sendo filmada e de se saber que o vídeo será distribuído na rede. Aumenta a preocupação de não cometer deslizes que, embora passem desapercebidos em qualquer palestra, vão ficar registrados.
Subi ao palco do TEDxSudeste já cansado. Minha palestra foi uma das últimas. Tinha chegado ao planetário 8:00h da manhã. Fui falar às 18:00h. Não havia conseguido relaxar durante o dia. Ao subir no palco, estava ansioso, mas não nervoso. No entanto, tive uma péssima experiência inicial. A iluminação era muito forte e quase não conseguia ter contato com a platéia. Adoro ver o público e sentir sua reação. Creio que isso se deve à exigência da filmagem. Passa um tempinho para se acostumar. O relógio bem à frente é um ingrediente a mais para gerar pressão. Nada que não passe quando se começa a falar.
Sempre que falo de WikiCrimes e WikiMapps logo me entusiasmo. Creio que transpareço a paixão que tenho nesses projetos. Isso ajuda a relaxar no palco. Pela metade da palestra dá vontade de não sair mais. Embala. É aqui que vem a tentação de querer falar mais e mais(que alguns muito deselegantemente deixam-se sucumbir). Ao me preparar para a apresentação no TEDx percebi mais claramente uma outra dimensão do que esse trabalho todo que realizamos representa. Algo que veio gradativamente se construindo e que hoje é bem maior do que quando começamos com a idéia de WikiCrimes. Estamos vivenciando uma experiência social. A experiência de induzir participação das pessoas. Com todos os desafios, surpresas e virtudes que isso pode ter. Por isso, sou tão vidrado na Web. Fornece-nos a infra-estrutura para que isso seja possível. Aliás, com WikiMapps estamos a contribuir com a construção dessa infra-estrutura. Sempre a eterna construção coletiva.
Ao final, vem a ansiedade de saber se tudo foi bem. Se as pessoas gostaram. Pelos cumprimentos que recebi senti que passei bem o recado. Vamos esperar pelo vídeo.
O principal é que passa-se pela experiência com aquela ótima sensação que saiu diferente do que como entrou. Marcou. Isso é que é viver.
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