Siga-me no Twitter em @vascofurtado
Mostrando postagens com marcador felicidade. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador felicidade. Mostrar todas as postagens

domingo, 27 de maio de 2012

A Academia e a Cidade


Jocélio Leal, reputado jornalista do O Povo, fez nesse domingo uma provocação à todos que queiram se sentir incomodados. Disse que há uma enorme pobreza de ideias nas pré-candidaturas e no período pre-eleitoral e não deixou de fora a academia. Perguntou onde estão aqueles que foram pagos por dinheiro público para avançar o conhecimento.

Sou um dos que se sentiu inocomodado, pois concordo com ele de que temos, nós da academia, que sermos mais atuantes. Busco sê-lo. Não vou aqui discorrer que defendo isso ou aquilo outro. Não há espaço para tal. Vou somente indicar alguns textos que já escrevi no blog e/ou no próprio O Povo sobre temas ligados a nossas vida pública. Desde Segurança até limpeza urbana, tenho buscado contribuir.

Textos sobre Segurança Pública





Textos sobre Cidades Inteligentes




Textos sobre Cultura Cidadã





Textos sobre urbanismo





Tem muito mais no blog, basta pesquisar. Serve, no entanto, para dizer que me senti atingido, mas não visto a carapuça.

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Retrospectiva e Prospectiva: A Meia-Idade

“Nunca houve tanta gente de meia-idade vivendo bem e ativamente no planeta.”

Ao escutar essa frase numa entrevista em que uma especialista em gerontologia descrevia os avanços da Medicina, perguntei-me: é o meu caso? A retrospectiva deste ano não pode deixar de ser sobre os sinais que a meia idade começa a nos dar. As limitações físicas e os problemas de saúde são os primeiros a nos dizer que uma nova época está chegando. Mas é uma época que a Ciência agora nos diz que tem tudo para ser a melhor da vida. Competitiva até mesmo com a tão famosa e propagada juventude.

A Ciência descobre com frequência que tinha descoberto coisas erradas (ou pelo menos imprecisas). A complexidade do corpo humano está ainda longe de ser desvendada. Por exemplo, não é mais verdade que perdemos cerca de 30% da capacidade cerebral quando envelhecemos. Parece ser mais correto dizer que as pessoas da meia idade vivem ativamente, aliam conhecimento teórico com prática advinda da experiência e, o melhor, vivem mais felizes. A capacidade de ser produtivo alia-se à experiência e faz com que as pessoas na meia-idade sejam ainda muito felizes e otimistas.

Alguns acham que em termos de evolução da espécie, esse otimismo é fundamental. Somos peças importantes tanto para cuidar de nossos filhos como dos pais. Uma espécie de elo entre gerações. O otimismo é importante para fazer com que as pessoas que nos cercam sejam também mais felizes. Somos ainda mais conscientes do que nos espera no futuro e assim precisamos menos de preocupações com precauções. Os jovens com sua impertinência encontram-se frequentemente em situações de crise e de perigo. Os jovens estão também inseguros quanto ao futuro. Na meia-idade sabemos mais claramente onde podemos e queremos chegar e assim definimos com maior taxa de acerto nossos objetivos.

2011 me mostrou claramente sinais de minha meia-idade. A saúde, minha, de amigos próximos e de familiares queridos, foi o vetor principal desses sinais. Torço para que sejam somente alertas e que saibamos reagir a eles e que 2012 nos permita ser ainda mais felizes.