Siga-me no Twitter em @vascofurtado

sábado, 16 de fevereiro de 2013

BRACIS 2013


Já está no ar o site do BRACIS  (Simpósio Brasileiro de Sistemas Inteligentes). Sua versão 2013 será realizada em Fortaleza e estou assumindo com outros colegas, com honras e imensa responsabilidade, a tarefa de planejar e realizar o evento.

A partir de 2012, o BRACIS passou a englobar o Simpósio Brasileiro de Inteligência Artificial (SBIA) e o Simpósio Brasileiro de Redes Neurais (SBRN). Na versão deste ano de 2013, acontecerá também em Fortaleza o Encontro Nacional de Inteligência Artificial e Computacional (ENIAC) e o Simpósio Brasileiro de Tecnologia da Informação e da Linguagem Humana (STIL). Essa união de esforços fará com que a edição 2013 em Fortaleza seja histórica. Maiores detalhes sobre a história de cada uma dessas conferências e de suas áreas de atuação podem ser encontradas na página do BRACIS2013. Junto aos eventos principais, ocorrem os workshops e tutoriais que seguem os tópicos de interesse de cada evento. Além disso, o evento contará com palestrantes internacionais e eventos sociais. Espera-se em torno de 500 participantes e, para tanto, será essencial fornecer uma estrutura organizacional que permita a total integração entre os eventos em um lugar de fácil acesso nacional e internacionalmente. A fábrica de eventos e a própria UNIFOR serão esses lugares.

O BRACIS 2013 terá como instituições organizadoras, a UNIFOR – Universidade de Fortaleza em parceria com a UFC – Universidade Federal do Ceará. O comitê organizador local ficará a cargo dos professores:

Prof. Vasco Furtado – General Local Chair do BRACIS+STIL+ENIAC 2013
Prof. Tarcisio Pequeno e Prof. Fernando Carvalho - Local BRACIS Chair
Prof. Pedro Porfírio - Local ENIAC Chair
Profa. Vládia Pinheiro - Local STIL Chair

O BRACIS 2013, como já mencionado, será histórico por ser um evento que engloba pesquisadores de todas as áreas relacionadas ao desenvolvimento de sistemas inteligentes. Além disso, ele conterá uma trilha especial de aplicações de Inteligência Artificial. Será ocasião única para que as empresas identifiquem oportunidades de inovação tomando conhecimento de técnicas que normalmente não estão disponíveis no mercado e que estão muitas vezes circunscritas aos muros da Academia.



sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Gente de Ação

Adoro essa propaganda que vejo sempre que assisto o canal Space, em especial em rodadas da NBA. Ilustra de forma muito bem humorada o que é informação sem ação. Recomendo!

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Cenas e Discursos Perigosos


Cena 1. “Um jovem volta para casa à noite. Liga seu iPod e passa a dirigir com o mesmo nos ouvidos (prática cada vez mais comum, pois comprar som de carro atrai assaltos). Usa um carro popular, embora novo com cor neutra (algo como bege, gelo, branco, prata). Distraído não percebe imediatamente uma viatura da Polícia que o persegue e que começa a insistir para que ele pare. Não escuta a sirene por causa dos escutadores no ouvido. Quando percebe a Polícia, chega mesmo a aumentar um pouco a velocidade de seu carro, pois nem acredita que aquilo seja para ele. Dobra uma pequena rua escura para dar passagem à Polícia.”
Cena 2. “Policiais em estado de estresse recebem aviso que um carro popular de cor bege foi roubado por alguém que comete assaltos e havia matado um policial em troca de tiros. Avistam um carro nessas condições. Começam a persegui-lo, colocam a sirene, fazem sinal de luz. O carro se assemelha com o que foi descrito no alarme recebido. O carro aumenta a velocidade, parece querer se livrar. Dobra à direita em rua escura. Deve estar querendo escapar”.

Essas cenas estão muito distantes da realidade? Seu filho poderia ser o protagonista da cena 1? Reflitam, em especial os que dizem frases do tipo: “bandido bom é bandido morto”, “atire primeiro, pergunte depois”, etc. Confiam de que pode haver um treinamento, por melhor que seja, que permitiria aos policiais descritos na cena 2 “mandar bala” em marginais e fazer uma abordagem que respeite o direito do rapaz que poderia ser seu filho? 

Nesses momentos de violência crescente é preciso muita cautela no que se diz e no que se defende. Policiais recebem da sociedade o direito de matar, mas as condições para que isso ocorra são bem estabelecidas na lei e temos obrigação de sermos exigentes e intransigentes quanto aos desvios. O que se precisa é de uma boa polícia. E uma boa polícia respeita os direitos de todos e sabe usar a força quando necessário. Contemporizar é crime ainda maior. A sociedade não pode aceitar.

* Artigo publicado na coluna Opinião do Jornal O Povo de hoje

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Diga pelo Twitter o Final da Novela



Os americanos estão começando a usar o Twitter como interface para tornar a TV mais interativa. Trata-se de um caso típico do que chamamos de cross-media interaction (interação com mídias cruzadas). 

O episódio do seriado Miami 5-0 da semana passada (14/01/2012) terá final definido pelos telespectadores. Foram dadas opções de personagens que seriam os assassinos e uma votação definirá o final.

Outro detalhe importante foi que, devido ao fuso horário, como o programa passa em horários diferentes na costa leste e na costa oeste, o resultado do programa pode ter sido diferente dependendo de onde você esteja.

Isso se tornará tendência? Teremos novelas globais com finais definidas pela public? Será o Twitter o veículo que vai capturer as opiniões das pessoas? Respostas virão em breve como tudo no mundo da tecnologia. Veja mais aqui.



terça-feira, 22 de janeiro de 2013

De Carbonos, Educação, Pais e Filhos


Recentemente, experimentei o quanto a realidade das propagandas das escolas privadas está distante do que acontece nas salas de aula.  Apresentei-me para estudar Química Orgânica a minha filha (uma atitude a la fois nostálgica e prazerosa). Ao começarmos veio o sentimento de que, a despeito de ser uma excelente aluna com notas invejáveis, ela talvez não estivesse percebendo o porque de tanta ênfase no Carbono como objeto de estudo. Mas afinal de contas,  porque essa celebridade toda para um só elemento?

Percebi que ela se apressava em memorizar as inúmeras propriedades do Carbono, com seus nomes nada elementares, mas lhe escapava a essência, a intuição, a motivação que estava por trás daquilo tudo. É essa essência, no entanto, que quando se captura não se esquece jamais. Ela que motiva o aprendizado. É ela que dá sentido e nos aproxima dos fenômenos físicos, químicos e biológicos, mais complexos que permeiam nossas vidas. Isso é que faz a ciência bela.

Esse fato já me deu uma indicação de que poderia haver uma deficiência no ensino e assim, convidei-a a descobrir comigo qual a intuição que estava por trás da preponderante posição do Carbono. Tinha certeza que haveria material didático destinado a isso. Estava enganado. O material didático curricular era de uma pobreza sem tamanho. Apostilas anônimas continham textos simplórios com várias categorizações das propriedades do Carbono e só. Nem um livro havia.

Vai Vestibular, vem ENEM, e nosso sistema educacional continua voltado à memorização de fatos, nomes, fórmulas, etc. As escolas, ditas melhores, são as que melhor se adaptam a esse contexto. Fica difícil gostar de estudar. O apelo que as surpresas trazidas pelas descobertas científicas e pela abertura de horizontes que provoca não podem deixar de ser conhecidas. Têm um poder fantástico de entusiasmar a todos e aos jovens em particular.

E  quanto ao Carbono? Se sentirem-se curiosos, busquem descobrir com seus filhos, netos ou jovens que os rodeiam na Internet. Foi o que fizemos e, garanto-lhes, é  fascinante. 

* P.S Artigo publicado na coluna Opinião do Jornal O Povo de hoje

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

WikiCrimes no Estadão

No final do ano passado o Estadão fez uma matéria sobre transparência e WikiCrimes foi ressaltado. A matéria pode ser encontrada aqui. Além das características e motivações básicas do projeto nela a uma declaração perfeita do sociólogo Renato Lima dizendo que "boletim de ocorrência é ato administrativo e como tal deve estar sujeito à Lei de Acesso à Informação". Simples assim. Já está na hora de avançarmos nesse quesito.




domingo, 13 de janeiro de 2013

Mortes por arma de fogo no mundo: estamos “bem”


Os EUA com cerca de 5% da população mundial têm quase 50% das armas que estão nas mãos de civis. Um numero impressionante. É quase 90 arma para cada cem habitantes.

O The Guardian fez um mapa para mostrar como é essa distribuição. Vejam também abaixo quais os maiores índices de homicídios por arma de fogo no mundo. Não temos muito o que nos envaidecer, pois estamos entre os primeiros. Só perdemos para alguns países da América Central e da América Latina como Porto Rico, Honduras, Guatemala, Venezuela e Colômbia. Veja a matéria completa aqui.



terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Feliz Compartilhamento!


Novo ano, novos votos. Para fazer os meus, inspiro-me em meu objeto de trabalho e ao mesmo tempo fonte de admiração: a Web.  Não me refiro aqui aos aspectos tecnológicos como software, protocolos e outros bits e bytes.  A genialidade da Web decorre do fato de ser uma obra construída coletivamente pela humanidade. Uma invenção de todos nós.

Essa infinita rede de conhecimento que se constrói a cada momento está sempre pronta a nos surpreender. Pronta mesmo para revolucionar. E mesmo em constante construção, nela há informação que nos auxilia a responder sobre tudo e sobre todos. Resolve nossos problemas, tira nossas dúvidas, deixa-nos perto dos que estão longe.

A Web de amanhã resolverá problemas que hoje nem percebemos que existem. Parece-me que a humanidade tinha uma ânsia represada de compartilhar informação. Faltava a plataforma para fazê-lo. A Web e a Internet foram essas plataformas e que permitiram esse esforço coletivo único. Sem coordenação central, sem um dono e sem fim.

Podemos ir além. Devemos ser visionários e olhar a Web como um exemplo que nos guie para algo ainda mais grandioso. Um mundo onde a ação de compartilhar esteja no centro de uma nova forma de organização da sociedade. Uma ação que envolve com incrível naturalidade os conceitos de sustentabilidade, igualdade e bem-estar social. Inspiremo-nos e pensemos no compartilhamento dos mais variados recursos como a água, os transportes, a energia, a alimentação. Cabe-nos começar a construir as plataformas que permitam que isso aconteça. Exigirá uma nova economia, inclusive: a economia do compartilhamento. Que 2013 seja o começo! São meus votos.

* Artigo publicado na coluna Opinião do Jornal O Povo de hoje

domingo, 6 de janeiro de 2013

Données Ouvertes


Os franceses também aderiram a prática de abrir os dados governamentais. O portal http://data.gouv.fr festejou seu primeiro aniversário em dezembro último. Durante esse tempo, mais de 700 mil visitantes já fizeram cerca de 400 mil downloads de dados disponíveis no site.

A iniciativa francesa começou a cerca de um ano, mas ganhou força em outubro de 2012 depois da criação de um órgão dedicado exclusivamente à modernização do governo e das instituições públicas. Esse órgão passou a ser o responsável por aglutinar todas as ações relativas a dados abertos no País.

Veja o comunicado oficial do governo francês sobre a criação da nova agência ligada ao primeiro-ministro e do compromisso em perseguir uam politica de dados abertos ampla e constante. 


* PS. Vale o registro que dados em francês é feminino ! Por isso os données são abertas :-)))

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Big Brother Gringo


Muito interessante a entrevista de Julia Angwin, repórter do Wall Street Journal aqui. Ela afirma que o governo americano hoje detém mais informações sobre os cidadãos do que mesmo os governos de regimes ditatoriais como o de Hitler e Stalin e até mesmo do que possuíam os agentes secretos da temida Stasi sobre os alemães do leste.

O governo americano coleta hoje correio eletrônico, chamadas telefônicas, cartas, informações sobre a saúde da pessoas, viagens efetuadas, compras, pesquisas efetuadas na web, sites acessados, registros escolares e de emprego, só para nomear alguns.

Adicione-se a esse arsenal de informações, novas tecnologias como a de reconhecimento de face, que permite identificar onde a pessoa está indo (isso, obviamente, se estiver sem celular com GPS).

Todas as comunicações de generais, funcionários públicos do alto escalão e políticos de dez anos para cá estão gravadas. O jornalista lança um alerta: essa paranoia vem mesmo de antes do 11 de setembro e não é somente para proteção. Serve igualmente para identificar os dissidentes. George Orwel nunca pensou que Big Brothers nasceriam em democracias ocidentais, não?


quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

iTunes de Férias

Bem sabemos que a Apple é uma empresa que adora excentricidades. Dizem alguns que isso faz parte de seu marketing. No entanto, deixar um site fora do ar durante o período de feriado é demais. Tivemos um problema com o aplicativo do WikiCrimes e quando fui tentar resolver, ao acessar o iTunes Connect, vejam abaixo o que me apareceu.

Nossos usuários que nos desculpem, mas agora só quando eles voltarem de férias :-(((


terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Eye tracking virando realidade


Já escrevi sobre a tecnologia de interface homem-computador chamada eye tracking (rastreamento dos olhos) aqui no blog. Na época, mencionei alguns trabalhos acadêmicos e de pesquisa que avançavam o Estado da Arte no tema.

As soluções comerciais começam a aparecer. Predict Gaze é um exemplo disso. Trata-se de tecnologia que usa aprendizado de máquina para desenvolver algoritmos poderosos e eficientes de reconhecimento de padrão que permitem o reconhecimento exato do lugar para onde a pessoa está olhando. Em especial, Eye Gaze, por ter algoritmos potentes, mas leves de serem rodados, permite desenvolvimento de aplicações para celulares e tablets.

O vídeo abaixo dá um exemplo sobre como se pode diminuir a altura do som de uma música simplesmente com um shhhhhh.

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Chame-me, se puder



Não chego a pensar que a privatização do sistema de telefonia ocorrido anos atrás tenha sido prejudicial ao País. Lembro-me de que ter uma linha telefônica era privilégio de poucos e se tratava de um investimento tão valioso como ter um imóvel. Impossível imaginar a inserção brasileira no mundo atual de Internet e telecomunicações globais se não houvesse mudança naquele contexto. Isso não pode nos impedir de questionar o que está errado no modelo atual de telefonia, em especial o da telefonia móvel.

O nível de saturação do sistema chegou a um ponto sem precedentes. Um ponto que só deixa-nos, nós clientes com nossos cada vez mais modernos telefones celulares, a apelar para a chacota e as piadas. Não há mais como suportar o péssimo serviço ofertado pelas  operadoras de telefonia móvel.

Recentemente depois de muito penar com uma operadora peregrinei entre outras só para confirmar o que já sabia. A qualidade do serviço é sofrível em todos os níveis e em todas as operadoras. A péssima qualidade do serviço de transmissão de voz e dados se alia a não menos ruim qualidade do serviço de atendimento aos clientes. Serviços de call center e os de atendimento nas lojas com longas esperas e pouco eficazes são a regra. Cheguei a passar pela absurda situação de nem conseguir me inscrever numa operadora a qual já era cliente de telefonia fixa. Faltavam dados cadastrais, disseram-me. Não entrei onde já estava dentro. Só rindo mesmo.

Transmissão de voz e dados é cada vez mais crucial no cotidiano de nossas vidas e tornou-se estratégico para o desenvolvimento de um País. Alie-se a isso a explosão da demanda impulsionada pelo maior poder aquisitivo do brasileiro. Essa combinação torna impossível tratar o tema como sendo exclusivamente de interesses privados. No momento atual, somente a concorrência, que deveria ser a mola mestra para melhorar a prestação dos serviços, não parece conseguir produzir a resposta que os clientes requerem.

A fragilidade dos serviços prestados expõe igualmente as deficiências do Estado no seu papel de regulador, fiscalizador e indutor. A despeito dos esforços demostrados pela ANATEL com algumas ações pontuais de punição às operadoras como foi o caso com a TIM recentemente, não me parece que ela tenha sido capaz de provocar muitas mudanças no que está posto. Algo mais tem que ser feito urgente.  A situação atual é uma grande piada, mas de mau gosto.

* artigo publicado na coluna Opinião do Jornal O Povo de hoje

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

RIP Dave Brubeck

Morreu hoje, aos 91 anos, o músico americano Dave Brubeck, um dos maiores expoentes do jazz de todos os tempos. Brubeck e seu quarteto fez grandes clássicos do jazz como "In Your Own Sweet Way"e "The Duke", mas foi com "Take Five" que bateu recordes. A composição é do saxofonista Paul Desmond outro gigante do Jazz, que na época tocava no Dave Brubeck Quartet.

Acho que "Take Five" é a música de jazz mais regravada, remixada e com remakes  que existiu. O blog Mashable elencou alguns dessas gravações aqui. Sou fã da versão original, mas a que considero imbatível foi gravada pelo, não menos genial, Grover Washington Jr. o qual batizou sua versão de "Take Antoher Five".

 Rest in Peace Brubeck! Take a Five, no entanto, vai nos embalar para sempre.

Abaixo, publico do You Tube a versão com Grover Washington em seu habitual estilo Smooth Jazz.

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Como não consegui entrar na Oi


Havia escrito sobre os dissabores que tive com a TIM no post passado. Ao tentar portar minha linha para a OI, tive mais surpresas negativas. A Oi foi minha opção pelo fato de já possuir uma linha fixa nessa operadora. Pensei então que seria mais simples migrar tudo para lá. Ledo engano.

Eu simplesmente não consegui migrar para a Oi. Isso mesmo. Entrar na Oi (onde eu já estava) foi impossível. Na hora de efetuar meu cadastro, diziam que havia incompatibilidade nos meus dados. Não consigo bem explicar, pois já era cliente Oi fixo desde a época de Teleceará (é o novo!). Pagava com débito em conta (parece que é esse o problema. Na próxima operadora não cometo mais esse erro).

A loja não conseguiu resolver a incompatibilidade. Disseram-me que me ligariam para tentar resolver. Expliquei que seria difícil me contactar, pois meu móvel era péssimo (razão pela qual decidi mudar). Diziam-me para ficar tranquilo.

O fato é que infelizmente eu estava certo. Não conseguiram resolver, embora tenha dado mais duas viagens à loja e tenha ligado outras tantas vezes. Detalhe, quando ia a loja tinha que ter a sorte de ir no horário do cidadão que me atendeu. Os outros não sabiam de nada. Incrível! Meu negócio era com o fulano, não era com a Oi.

Não consegui entrar onde já estava dentro! Resultado. Saí de vez da Oi. Levei o fixo também para outra operadora. O pior é que já estou sofrendo de novo. Conto já o que aconteceu com a VIVO. Será que vai sobrar alguém para contar a história?