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sábado, 2 de novembro de 2013

Presidente da Obra

Só quem está construindo ou construiu uma casa consegue entender na sua plenitude essa publicidade maravilhosa da Tigre. Não são poucas as vezes que me vejo refém dos "Presidentes da Obra". Uma experiência digna de Ariano Suassuna "Ruim de viver, bom de contar". Para os que não conhecem a publicidade, sigam-na abaixo.

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

O Poder de um Photoshop

Nesses dias em que a exposição nas redes sociais é cada vez mais frequente e determinante na busca de um companheiro(a), é mais importante um Photoshop ou um personal trainer? Veja o video abaixo antes de responder.

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Old Uncle in the Basket

Muito bom esse vídeo da Pepsi em que um atleta da NBA se fantasia de um velho "Uncle" e esnoba os jovens na quadra. Nada mais que 27 milhões de views no you tube (quando acessei). Ri muito quando "Uncle Drew" fala que esses jovens de hoje só têm mesmo esses tênis luminosos. Um regalo para os saudosos do Converse All Star de pano, meu primeiro tênis de basket (e de muitos da minha geração). Viva a nostalgia !!!

domingo, 30 de junho de 2013

A Beleza de Fortaleza


Em Maio de 2007, recém-chegado do pós-doutorado em que passei pouco mais de um ano na Califórnia, escrevi sobre a Beira-mar.
Na época descrevi meu sentimento quando passeei pelas calçadas e percebi todo o calor humano e diversidade lá presentes. Aqui decido voltar sobre a questão, porque vi alguns comentários de turistas que vieram a Fortaleza e disseram não achar a cidade bela. Diziam não ter visto nada de especial.

Lembrei-me de quando cheguei em Marseille na França, cidade que morei por quatro anos. A primeira impressão quando lá cheguei foi a de achar a cidade feia. Era minha primeira ida a Europa e esperava aquelas coisinhas lindas bem ajeitada, tipo Suíça. Marseille não tinha(e não tem nada disso). É um caos só. Multiarquitetura, multicultural, multilépoca J).  Só compreendi a beleza da cidade depois de algum tempo. E vi que a França não tem tantas cidades como Marseille.

Acho que Fortaleza, embora muito diferente de Marseille, é uma cidade dessas que não dá para perceber a beleza em um primeiro momento como Rio, Paris e outras onde as beleza natural aflora. Ela tem que ser vivida e sentida. E a Beira-mar (incluindo a Praia de Iracema) é para mim o local a se sentir.

Sempre que lá passeio, vejo uma representação de classes, de culturas e de valores incríveis. Difícil encontrar um espaço amplo, cheio de atrações, como muita gente e eclético como a Beira-mar. A proximidade com a zona hoteleira e restaurantes é riquíssima. Durante a Copa das Confederações adorei ainda mais passear na Beira-mar. A mistura de gente tornou-se ainda mais eclética.

Lembro que tudo isso é ainda temperado pelo cearense com seu condimento especial: o bom humor.  Há sempre um vendedor exótico fazendo alguma graça (com a própria desgraça ou zombando da cara do próprio comprador (pode algo ser mais politicamente incorreto)).

Seria muito pobre reduzir a beleza de Fortaleza à noite da Beira-mar? Talvez, mas se os turistas a vivenciarem  vão começar a perceber uma  beleza que vale o ticket. 

quinta-feira, 27 de junho de 2013

Brasil x México: Uma Odisseia no Sol


Fomos ao jogo, Beth e eu, depois de ter tentado em vão transferir o ingresso dela. Depois do show do Paul, era compreensível que não ela não quisesse ir mais ao Castelão. Ainda por cima para assistir futebol, o que decididamente não a encanta tanto.

Não consegui transferir o ingresso o que serviu para indignar-me mais ainda com a FIFA. Estou a procurar um exemplo do tão propalado padrão FIFA. Filas na entrega dos ingressos, site cheio de bugs, com péssima usabilidade e ainda com a impossibilidade de escolher o local onde se quer sentar mostram que, antes de exigir das autoridades brasileiras, a FIFA tem que fazer seu dever de casa. Sugiro umas aulinhas particulares com a NBA.

O dia do jogo não começou muito bem para mim. Fui jogar basquete e machuquei o joelho (coisa de atleta Master L ). Ao voltar para casa de bicicleta, como habitualmente (nem tanto, pois o joelho acusava), identifiquei um ponto de parada de ônibus, que supostamente deveria coletar torcedores da região da Beira-mar para levar diretamente ao Castelão. Ficava a poucos metros de nossa casa e por isso decidimos ir de ônibus. Começava minha Odisseia.

13:30 chegamos ao ponto de ônibus. A fila de torcedores, em sol a pino, já estava formada e, embora não muito grande, foi suficiente para apresentar-me ao que me esperava. Detalhe: o suor começou a descer e o joelho começou a incomodar.

14:10 O ônibus chega enfim! Lota rápido. Eu e Beth quase não conseguíamos entrar. Sempre cabe mais um com jeitinho. Deu até nostalgia do tempo em que ia ao Náutico nos domingos. Ressalto, nostalgia, mas não foram saudades.

14:20 Ônibus lotado, muito grito e vaias. Aquele grito e vaia típico de cearense. Bem moleque. Beth se divertia. O joelho inchava. O motorista ainda tenta parar em outra parada. Muita gritaria. Não cabe mais ninguém! Ele continua e dobra na Desembargador Moreira em direção ao Castelão.

14:30 Percebo algo errado. Estávamos indo em um caminho que levava diretamente à passeata. Grito para o motorista: “É esse caminho mesmo?”. Ele nem responde. Peço permissão a alguns e chego do lado dele. Pergunto-lhe se ele não sabe que está havendo uma enorme manifestação bem à frente. Ele disse que sim. Insisto. “Qual é sua rota?” – “É essa mesmo Doutor.”. Pegou um papelzinho do bolso, leu em voz alta: “vá na Abolição, dobre na Virgílio Távora e siga em frente”. Ops! Falha. Alertei-lhe, não sem uma certa irritação, que ele não tinha dobrado na Virgílio Távora, mas na Desembargador Moreira.

14:35 Viro copiloto do ônibus. Começando com um balão nada fácil de ser feito na Raul Barbosa, começamos a voltar para pegar a rota do Iguatemi e Rogaciano Leite. Sorte nossa que o engarrafamento foi pequeno. Quando na Rogaciano Leite, o motorista me disse: “É por aqui mesmo Doutor. Agora estou lembrando do caminho”. Aha!

14:45 Chegamos na Oliveira Paiva. Tudo parado. Olhei no Google Maps. Estávamos a 4,3 km do Castelão. Comecei a me preparar para andar. Era só o que podíamos fazer. A Polícia havia bloqueado a entrada dos ônibus, pois os manifestantes estavam planejando mudar de local. Recebemos o alerta: “Desçam e corram” (só faltou o “negrada”). Correr como? O joelho tinha inchado muito e até andar estava difícil. Detalhe novamente: não há como esquecer que estamos na Terra do Sol.

15:10 Momento mais tenso. Vi-nos andando (não conseguia correr) em direção ao Batalhão de choque e à frente da passeata. Gritos de ordem dos dois lados. Alguns começaram a dizer “tão atirando!”. Até tenho simpatia pelos movimentos populares, mas confesso que não era exatamente daquele que tinha planejado participar. Se tivessem tirado uma foto desse momento, tenho certeza que pareceríamos líderes à frente da multidão. Começamos a rir. Tinha outra coisa a fazer?

15:20 Estávamos no meio da multidão. Como não conseguia correr, a passeata nos envolveu. Chegando à linha de frente, uns organizadores da passeata disseram para abrir espaço para os que queriam assistir o jogo. Até que enfim uma voz de bom senso no meio de um coro eclético de jovens já com máscaras e óculos para se proteger dos gases e sprays que pareciam ter certeza de que viriam.

15:25 Passamos da cavalaria com alguns outros retardatários mostrando os ingressos.

15:40 Chegamos ao estádio. Nosso assento era bem na frente daquele que havia nos acompanhado durante toda essa jornada: o sol.

16:00 Cantamos, ou melhor, gritamos o hino. O melhor momento de todos. Hoje, indo de táxi para o aeroporto em São Paulo, ouvi do taxista o quanto ele tinha se emocionado com a forma como cantamos: “Vocês, lá em Fortaleza, emocionaram a gente com aquele hino”. Ele disse que havia gravado na Internet e escutava de vez em quando com os filhos. Só então percebi o impacto nos outros que não estavam lá. Não falarei do jogo. Dele vocês já sabem tudo.

16:10 Beth olha pra mim e diz rindo: “Você está derretendo como picolé”. Sem comentários.

16:30 O sol nos deu ciao. Não lamentei nem um pouquinho.

17:40 Decidimos sair. O jogo estava 1 a 0. Meu joelho era uma bola, só não tão grande quanto a que o Neymar estava jogando. Não sabia como conseguiria andar, entrar no ônibus, enfim, fazer o trajeto de volta.

18:00 Na caminhada, encontrei com velhos amigos que nos acompanharam e que me ajudaram a esquecer do joelho. Vimos o cenário de destruição oriundo da batalha entre manifestantes e polícia. Soubemos que tinha sido antes mesmo do jogo ter iniciado. Ou seja, logo após nossa passagem.

18:15 Encontro um táxi parado no meio do nada (nem sei como ele conseguiu entrar naquela região). Proponho, sem muita esperança, uma corrida. Ele aceita. O salvador da pátria. Tinha marcado para pegar um grupo que já tinha lhe pago.

19:00 Chegamos em casa.  O taxista havia acabado de receber um telefonema do grupo. Eles o esperavam. Vai dar tempo de voltar. A corrida foi R$ 40,00. Ainda tive fôlego para brincar com ele e dizer-lhe que não pagaria isso. Dei-lhe, na verdade, tudo que tinha na carteira cerca de R$ 70,00. Estava morto.

Agora lhes pergunto: “dá pra colocar culpa na idade?”. Só sei que Ariano Suassuna tem razão quando diz (me foi contado por Luis Eduardo Menezes) “o que é ruim de viver, é bom de contar”. 

domingo, 16 de junho de 2013

Jornalismo de porta de delegacia

Esse video do excelente grupo Porta dos Fundos é uma caricatura super divertida do jornalismo policial que, embora com alta popularidade, tem efeitos claramente maléficos no contexto já tão conturbado da Segurança Pública. O sotaque nordestino/pernambucano é um toque a mais de humor.

domingo, 24 de fevereiro de 2013

Nem eu, Nem tu


Vou reproduzir uma piada que escutei do Prof. Tarcísio Pequeno recentemente e que não me sai da cabeça. Ela tem muito a ver com o mundo de empreendedorismo digital que, junto com alunos e desbravadores, descubro.

“Um grupo de pessoas observava caranguejos em água fervendo na panela quando um deles percebeu que um caranguejo estava a escapar de destino tão cruel. Havia conseguido atingir a beirada da panela o que lhe permitiria dar um impulso e fugir da mesma. Alertado por um dos observadores de que um dos caranguejos estava a escapar, aquele que promovia o evento culinário disse tranquilamente – não se preocupe esses caranguejos são cearenses. Paralelamente a esse comentário, aquele que fez o alerta, observou que outros caranguejos haviam puxado o que estava por fugir.”.

Se tal piada representa ou não a cultura cearense, difícil de garantir. Certamente pode-se trocar os cearenses por outras categorias e/ou nacionalidades dependendo do contexto ou interesse. O que creio ser interessante ressaltar é que nesses nossos tempos de empreendedorismo na Internet, em sendo verdade, tal comportamento traz prejuízos incalculáveis.

Boa parte de novos empreendimentos na Internet requerem viralização para serem bem sucedidos. Ou seja, precisam que as pessoas se engajem e se motivem a divulgar, a disseminar e a trabalhar pela causa.  Requerem igualmente a formação de comunidades virtuais envoltas em modelos de negócio que se baseiam em situações de ganha-ganha. As razões de tal engajamento podem ser devidas a motivações intrínsecas (de caráter individual) ou extrínsecas (fatores externos). Por outro lado, razões para o não engajamento como inveja, preconceitos ou competição predatória são destrutivas e mesmo catastróficas aos empreendedores. Geram situações de perde-perde.

Já não vivemos em um ambiente onde viralizar coisas seja fácil, pois não temos conectividade e reputação suficientemente impactantes como em outros lugares do planeta. Por exemplo, tudo que é lançado no MIT, Havard, Vale do Silício e similares é notícia, se espalha com incrível rapidez e nós mesmos cearenses nos apressamos a retuitar, postar no Facebook e divulgar com ânsia e orgulho como se fizéssemos parte daquela realização. Tudo do que não precisamos é de um sentimento de que se for iniciativa daqui, temos que puxar para dentro da panela. O “nem tu, nem eu” vai nos deixar fervendo e escalpelando. Afinal, será que somos assim mesmo? 

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Radicais na Rede

Encontrei essas tirinhas no Facebook e por acha-las geniais, decidi reproduzi-las aqui. Ilustra bem o momento atual em que vivemos. A Internet trouxe-nos uma tamanha possibilidade de expressões, mas que via de regra nos faz muitas vezes mais virulentos do que se estivéssemos face-a-face. Reconheço que o exercício de pensar um pouco antes de criticar algo ou alguém não é fácil. Um exercício a ser aprendido.


sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Gente de Ação

Adoro essa propaganda que vejo sempre que assisto o canal Space, em especial em rodadas da NBA. Ilustra de forma muito bem humorada o que é informação sem ação. Recomendo!

domingo, 1 de abril de 2012

Gmail Motion

Que o Kinect da Microsoft tem apontado para uma nova forma de interação com computadores através de gestos ninguém duvida. Google ficaria atrás? Bem, não sei se isso preocupa mesmo os engenheiros de Mountain View, mas que o tema serve para uma boa piada de primeiro de abril, serve. Vejam abaixo o vídeo da nova tecnologia para reconhecimento de gestos a ser usada no Gmail.

E se não fosse primeiro de abril? Você acreditaria?

domingo, 18 de setembro de 2011

De Médicos, Estilistas e Testículos

Semana acabando. Nos últimos dias fiz consultas formais e informais a médicos. Lembra-me o quanto é difícil ser médico e, principalmente, o quanto e difícil ser paciente. Achei essa piada genial na Internet que compartilho com vocês.


O sujeito, riquíssimo, sofria de uma terrível dor de cabeça até que um dia foi procurar um médico:
- O senhor vai ter de arrancar os testículos - sentenciou o magarefe.
- Você está maluco! - protestou ele.
Dias depois foi procurar outro médico e ouviu o mesmo conselho.
- O senhor vai ter de arrancar os testículos.
Então, resolveu procurar o melhor especialista que havia nos Estados Unidos.
- Sinto muito - fez o doutor, após um rápido exame.
- Mas a dor só vai desaparecer se o senhor arrancar os dois testículos.
Desesperado com a dor que se tornava cada dia mais insuportável,
ele resolveu se submeter à cirurgia recomendada pelo médico.
Assim que terminou a convalescença, para vencer a frustração,
decidiu reformar todo o seu guarda-roupas e procurou o mais famoso costureiro em Paris.
- Pode ficar tranqüilo - disse o costureiro, em tom afetado.
- Eu vou lhe fazer algumas roupas chiquérrimas. Você vai ficar lindo de morrer!
Pode passar daqui a 15 dias que vai estar tudo prontinho!
- Você não vai tirar minhas medidas? - espantou-se o sujeito.
- Não é necessário! Só de olhar para esse seu corpo deslumbrante eu já sei o tamanho que você vai precisar.
- Duvido!
- Quer ver? Calça, 42, Paletó, 46, Camisa, número 3...
- Incrível... está certíssimo!
- Cuecas número 4!
- Epa! Aí você se equivocou, eu uso cuecas número 3.
- Tá querendo me enganar, é? Tem que ser número 4!
- Sempre usei número 3!
- Você pode até usar cuecas número 3, mas vai te apertar as bolas e te dar uma dor de cabeça terrível! 

P.S Minha ida aos médicos até que foi por dor de cabeça. Mas os diagnósticos não foram tão trágicos nem radicais. OU não? :-)))

sexta-feira, 20 de maio de 2011

De Consultores

Já que o texto anterior fazia-nos rir de algumas profissões,vamos terminar a semana com humor. Carlos Eduardo, vulgo "Brasília" no basquete, analista de sistemas e gerente de projeto :-)), não quis deixar os consultores fora da brincadeira. Vejam o que ele me mandou.

Era uma vez um pastor cuidando de suas ovelhas na beira de uma estrada deserta. De repente, vindo em alta velocidade, um carro Porsche estaciona proximo ao pastor e suas ovelhas. O motorista, um jovem vestido com um terno Armani, sapatos Cerutti, óculos de sol Ray-Ban, relógio TAG Heuer e uma gravata Pierre Cardin, sai do carro e diz ao pastor:
"Se eu lhe dizer o numero exato de ovelhas que você tem aí, você me da uma delas?"

O pastor olha para o jovem, então olha para o rebanho de ovelhas pastando e responde:
"Sim"

O jovem vai até seu carro, conecta seu laptop em um modem 3G, entra no site da NASA, executa uma varredura do chão com o seu GPS, abre um banco de dados, filtra informações, logo em seguida abre 60 tabelas do Excel preenchidas com algoritmos e tabelas dinâmicas. Ele, então, imprime um relatório de 150 páginas em sua mini-impressora de alta tecnologia, em seguida olha para o pastor e diz:
 "Você tem exatamente 1.586 ovelhas."

Impressionado o pastor diz:
"Isso é correto, você pode ter a sua ovelha." 
O jovem então pega uma ovelha do rebanho e a coloca na parte traseira de seu Porsche. O pastor olha para ele e pergunta:
"Se eu adivinhar sua profissão, você devolve o meu animal?"

O jovem responde:
"Sim, por que não? "

O pastor diz:
"Você é um consultor"

O jovem então pergunta:
"Como você sabia?"

E o pastor responde:
"Muito simples

Em primeiro lugar, você veio aqui sem ser chamado
Em segundo lugar, você me cobrou uma taxa para dizer-me algo que eu já sabia
Em terceiro lugar, você não entende nada sobre o meu negócio

Agora vc pode devolver o meu cachorro?" 

quinta-feira, 19 de maio de 2011

De Analistas de Sistemas e Gerentes de Projetos

Recebi de Ricardo Rebouças essa historieta anedótica sobre analistas de sistemas e gerentes de projetos. Muitas se verão nela.

Um homem anda por uma estrada próxima a uma cidade, quando percebe, a pouca distância, um balão voando baixo. O balonista lhe acena desesperadamente, consegue fazer o balão baixar o máximo possível e lhe grita:
- Ei você, poderia ajudar-me? Prometi a um amigo que me encontraria com ele às duas da tarde, porém já são duas e meia e nem sei onde estou. Poderia me dizer onde me encontro?

O outro homem, com muita cortesia, respondeu:
- Mas claro que posso ajudá-lo! Você se encontra em um balão de ar quente, flutuando a uns vinte metros acima da estrada. Está a quarenta graus de latitude norte e a cinqüenta e oito graus de longitude oeste.

O balonista escuta com atenção e depois pergunta-lhe com um sorriso:
- Amigo, você trabalha como analista de sistemas?
- Sim, senhor, ao seu dispor! Como conseguiu adivinhar?
- Porque tudo o que você me disse está perfeito e tecnicamente correto, porém esta informação me é totalmente inútil, pois continuo perdido. Será que você não tem uma resposta mais satisfatória?

O analista fica calado por alguns segundos e finalmente pergunta ao balonista:
- E você, não seria por acaso um gerente de projeto?
- Sim, por um acaso sou um gerente de projeto. Por que?
- Ah, foi muito fácil! Veja só: Você não sabe onde está e nem para onde vai. Fez uma promessa da qual não tem a mínima idéia de como irá cumprir e ainda por cima espera que outra pessoa resolva o seu problema. Continua exatamente tão perdido quanto antes de me perguntar. Porém, agora, por um estranho motivo, a culpa passou a ser minha…

terça-feira, 10 de maio de 2011

terça-feira, 26 de abril de 2011

Marketing Popular e Genial

Adorei essa forma super-original que Sérgio Melo me apresentou em que um comerciante criativo usou para vender seu produto (ver foto abaixo). Visto de longe se lê somente as letras garrafais. De perto a mensagem é outra. Clique na figura para ler com mais detalhe.

Não creio que a ideia tenha sido fruto de um MBA nem de um curso elaborado de marketing. Mera mistura de instinto com irreverência.

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Dificuldade da Elicitação de Requisitos

A dificuldade da elicitação de requisitos é muito bem representada nessa estória em quadrinhos. Quanta dificuldade de comunicação.


quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Cochilo do Goleiro

Vocês se lembram do gol do Ronaldo fenômeno em que ele espera atrás do goleiro e quando o mesmo deixa a bola cair o surpreende? Vejam esse gol abaixo no futebol italiano (via Brasil Mundial). O goleiro pega um penalti e depois ....

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Serra Prova do Humor Brasileiro

A última moda da Internet é realmente digna de menção. Conseguiram capturar oito segundos do programa da campanha do PSDB em um vídeo super engraçado que virou um sucesso na Internet entitulado "Serra come todo mundo" . O mais digno exemplar do humor moleque do brasileiro. Mesmo comendo esse pessoal todo, ele parece não ter fome ou jeito para comer a competidora. Para se divertir no fim de semana.

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Até Tu.... Hitler?

O CALA BOCA GALVÃO parece não ter fim. A criatividade do brasileiro demonstra. Vejam o que Hitler anda pensando dessa estória toda.

quinta-feira, 25 de março de 2010

Tenis e Cerveja: Para rir

Semana passada mencionei o vídeo da Devassa com Paris Hilton. Hoje, publico um outro vídeo publicitário sobre cerveja. Bem menos devasso, é verdade, mas muito criativo.