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quinta-feira, 1 de novembro de 2012

A Imponência e a Modernidade Urbana em D.C.



Estive brevemente em Washington D.C. para apresentar um artigo científico na Universidade de George Mason. Aliás, saí de D.C. quase fugido do furacão Sandy (mais devastador do que devasso).

Sempre me surpreendo com essa cidade soberbamente bem organizada, limpa, bonita em todos os seus ambientes. Vale a pena a visita. Tive informações técnicas privilegiadas de uma brilhante estudante brasileira (por coincidência, minha filha) que estuda em New York e me acompanhou nas minhas andança. Falou-me sobre a história das escolhas urbanas da capital americana. A imponência  das grandes construções públicas é ressaltada por suas conexões  através de largas avenidas que, quase sempre em diagonal, criam um desenho bem particular desta cidade ímpar.

Não posso deixar de enfatizar: a bicicleta tem sua relevância. Ela tem seus espaços, pode ser alugada de um lugar a outro e é comum ver demarcações nas ruas onde elas têm espaço compartilhado com os carros. Nada de achar que tudo é ciclovia como já cheguei a mencionar aqui.

Difícil encontrar algo para criticar nessa cidade, certinha demais. Adicionam-se ao desenho particular, alguns exemplos simples de uso da tecnologia no espaço urbano que creio valerem menção. Os parquímetros são alimentados por energia solar. Vejam em foto abaixo. Eles nem têm tanto sol como nós, mas o usam bem melhor. Ainda sobre o sistema de estacionamento, o pagamento dos espaços pode ser feito por telefone celular: mobile parking (veja o vídeo abaixo para saber como funciona). Como já disse também por aqui no blog, os smartphones no futuro breve também serviram para falar :-)) Para os antiamericanos, não visitem D.C. terão ainda mais raiva deles (mas, se puderem reconhecer a inveja, fará bem J).


 

segunda-feira, 28 de março de 2011

La Machine à Voyager

Vejam esse vídeo de promoção da SNCF (a empresa de transporte ferroviário da  França). Achei muito estranho que nenhum dos entrevistados não tivesse mencionado "Brésil!". Mas é porque vir de trem fica difícil, não é !? :-((

terça-feira, 1 de março de 2011

Gastronomia à la Paulistana

Minhas recentes idas a São Paulo permitem-me confirmar a convicção de que esta cidade tem uma gastronomia extraordinária. Pode-se comer de tudo como toda grande metrópole mundial, mas não é somente a variedade que chama a atenção.

Em São Paulo, a culinária mundial encontra um espaço de transformação e adaptação sem igual. Recentemente cheguei a mencionar no Twitter o quanto acho gostosa a pizza paulistana. Hoje, sinto-me mais confiante para dizer que não é só na pizza que a culinária paulistana atingiu alto nível de qualidade. Dois exemplos de locais que visitei no último mês me permitem exemplificar o que quero dizer.

L ‘Entrecote de Paris é um restaurante com uma proposta excêntrica: servir única e exclusivamente este que é um dos pratos mais típicos do franceses. L `entrecôte é uma espécie de bife que vem acompanhado de batatas fritas e de um molho (normalmente béarnaise) e que está presente nos cardápios da grande maioria dos restaurantes franceses. Pois bem, L’Entrecôte de Paris em São Paulo serve uma carne ainda melhor que a dos franceses. A qualidade da carne e o molho super bem trabalhado dão um toque especial ao restaurante que não tem concorrente nem em Paris.

Mas estaríamos falando somente da nacionalização da culinária internacional? Não somente. O contexto nacional e regional tem também seu exemplo. No Brasil a Gosto pode-se comer uma cozinha regional das diversas partes do País de uma forma super elaborada e que não se vê mesmos nessas regiões. A manipulação dos ingredientes típicos nordestinos e amazônicos, por exemplo, é delicadamente feita tanto em termos de apresentação quanto de sabor. Ressalte-se os pratos preparados na forma de "bóias frias" (que de frias não têm nada). As generosas porções são servidas em cerâmica com tampa e envoltas em um pano de cores - exatamente como as usadas pelos bóias-frias, Brasil afora.

Só não encontrei ainda uma tapioca como a cearense. Alguém me indica alguma?

domingo, 23 de janeiro de 2011

Quem Tem Medo de Andar de Avião?


Tenho viajado de avião com alguma freqüência e a qualidade dos serviços prestados se deterioriza com tanta intensidade que é impossível não pensar que isso pode afetar a segurança do vôo.

É comum viajar com equipamentos quebrados, por exemplo. Na volta de Nova York pela Delta Airlines, minha esposa ficou num assento que não tinha luz, áudio nem vídeo. O vôo lotado impediu a mudança de assento. Reclamações similares foram feitas por outros passageiros. O avião era um Boeing com pouquíssimo espaço para colocar as bagagens de mão. Foi uma batalha para achar espaço disponível. A comida, para variar, é péssima. O atendimento é sofrível. Um das atendentes espirrava tanto que não tínhamos nem interesse que ela viesse nos servir.

O serviço de entrega de bagagens, esse então, é um sufoco só. Para cada dez viagens internacionais que faço, em três delas a bagagem é extraviada. Em especial, se houver conexões. Desta vez uma de nossas malas não chegou. A Delta em São Paulo nos ofereceu números de telefone, fax e email para contato que simplesmente não funcionam. O sistema de informática para rastreamento de bagagem não é atualizado. Enfim, estávamos certos de que a mala não chegaria mais.

Depois de mais de dez dias, após um contato informal conseguido pela agência de turismo onde compramos as passagens, descobrimos que a mala já tinha sido enviada para São Paulo (estava em Detroit). Ontem recebi uma carta da Delta dizendo que lamentava não terem encontrado a mala !? Ela já estava conosco em casa e eles nem sabiam. Um descontrole total!

A Delta não é um exemplo solitário. As outras companhias, estrangeiras ou nacionais, estão no mesmo nível. Mas isso não acontece igualmente em todos os lugares. A atuação dos órgãos reguladores no Brasil é insignificante e ficamos à mercê dos interesses econômicos das empresas. Não dá mais para dizer que não se teme andar de avião.

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

A Grata Surpresa do Chile


O convite que recebi para palestrar no PDF (Personal Democracy Forum) permitiu-me fazer minha primeira viagem a América Latina. Depois de ter viajado quase toda a Europa e os EUA, já era sem tempo conhecer um pouco a terra de los hermanos. Além de ter conhecido pessoas muito cordiais e interessantes na conferência foi também uma oportunidade para conhecer cidades do continente que para mim é bem desconhecido.

Minha impressão do Chile não poderia ser melhor. Primeiro fator, e mais importante: as pessoas são ótimas. Os chilenos são amáveis, hospitaleiros, alegres e leves como os brasileiros (em épocas de manifestações de xenofobia, vale a pena registrar que essas são características bem típicas de nós nordestinos).

Mas a impressão positiva que tive não se resume às pessoas. As cidades que visitei – Viña Del Mar, Valparaíso e Santiago – possuem características típicas daquelas  mais desenvolvidas e estruturadas no mundo. Elas são limpas, possuem excelente estrutura de transporte público (urbano e interurbano), são arborizadas, seguras e, pasmem, têm um trânsito super ordenado, onde motoristas param a todo momento para pedestres passarem nas faixas. É lamentável ter que se surpreender com isso, mas infelizmente para quem vive no Brasil essas características básicas ainda estão longe de serem conseguidas.

Nota-se, principalmente pelo cuidado que têm com seus monumentos históricos e variedade de museus, que a sociedade chilena avança firmemente na educação de seu povo. Não tive tempo de ir mais ao sul para a região dos lagos e patagônia e que me disseram ser ainda mais interessante pela força das paisagens. O certo é que a primeira impressão que tive me deixou motivado a voltar.

quarta-feira, 9 de junho de 2010

A Rússia, Os Russos(as): Percepções


Além da história representada pelo Hermitage, como descrevi no texto anterior.  Vale a pena mencionar a igreja do Sangue Derramado que é um dos cartões postais da cidade. Vejam-na abaixo no fundo de minha foto. Tem esse nome por ter sido construída, no século XIX, em homenagem ao czar Alexander II, exatamente no local onde seu sangue foi derramado quando do atentado que lhe tirou a vida. Demorou cerca de trinta anos para ficar pronta e tem seu interior completamente construído por mosaicos extraordinários.



Outras curiosidades e impressões que me marcaram na primeira visita à Rússia. A primeira coisa é a escrita com símbolos diferentes. O único local que havia visitado e que tinha símbolos diferentes do alfabeto romano tinha sido a Grécia. No entanto, mesmo lá, era fácil encontrar traduções. Ainda por cima,  alfabeto grego não é tão desconhecido, em particular daqueles que gostam de matemática. Aqui em São Petersburgo tudo é em cirílico e somente alguns restaurantes e pontos turísticos também usam o alfabeto romano. Tive que dar uma estudada para não me sentir tão deslocado. Considerando que a cidade é repleta de outdoors, não ter a menor idéia do que eles se referem é desagradável. Como o tempo vamos nos acostumando. Vejam na foto abaixo como se escreve Restaurante. Fácil não ? Basta perceber que O P é nosso R e o C é nosso S. O resto é similar e vai por dedução.


Uma curiosidade que me chamou a atenção foi o fato das mulheres russas andarem de mãos e braços dados. Não que isso indique uma particular orientação sexual. É um hábito mesmo. A dupla de mulheres de braços entrelaçados é a imagem mais comum nas ruas. Até porque não dá para não notar nas Russas. São altas, louras, bonitas, maquiadas e vestem-se agressivamente (sapatos super altos, saias muito curtas e que beiram à extravagância). Outdoors com mulheres bonitas e as vezes de biquíni fizeram-me lembrar do Brasil. Não se vê isso na Finlândia, por exemplo. E olha que o inverno russo é tão cruel quanto o Finlandês.

Por fim, o sol da meia noite não podia deixar de ser observado. Não cheguei a vê-lo, mas foi quase. Ontem o sol se pôs 11:35 da noite. O dia todo é claro, pois ele se levanta por voltas das 3 da manhã. Vejam-no abaixo quando estava no avião. Esse fenômeno faz com que o frio seja bem menos intenso e desfrutar da noite é um prazer incomparável. A sensação de segurança, mesmo com as notícias de roubos e violência da máfia russa, é grande, pois há muita gente andando nas ruas. Muitas lojas só fecham as portas meia-noite. Aliás, os russos (pelo menos os de São Petersburgo) demonstram ter se adaptado muito bem ao capitalismo. O comércio é forte, diverso, rico e bem movimentado. O turismo é também bem intenso. Gente de toda parte do mundo. 

terça-feira, 8 de junho de 2010

São Petersburgo

Minha expectativa ao visitar a Rússia pela primeira vez era alta. Muitos haviam dito que São Petersburgo era muito bonita. Aproveitei a vinda a Helsinki para dar um pulinho aqui.

É realmente extraordinária. Belíssima! Uma cidade enorme, espaçosa e cheia de história. As igrejas e monumentos são lindíssimos. Todos remontam à era pré-comunismo. Tal fato salta aos olhos e nos leva naturalmente à pergunta: o que foi que o comunismo deixou de herança? Ao se visitar São Petersburgo tem-se a impressão que os quase noventa anos de dominação bolchevique foram como uma parada no tempo. Pós-comunismo, a cidade voltou a viver. Só falta os Romanov assumirem de novo.

Escreverei sobre algumas curiosidades que encontrei por aqui, mas de tudo, o que mais me impressionou foi o  Museu Hermitage. Um dos maiores museus do mundo (o maior acervo de pinturas) é realmente impactante. O prédio é grandioso (veja a entrada principal na foto acima) e algumas de suas salas per si já são uma obra de arte. A galeria das obras de pintores do Século XVIII e XIX é demais. Vê-se Picasso, Derain, Gauguin, Van Gogh, Cézanne, Matisse, Delacroix, Renoir e outros vários,  sala após sala. Sem contar a existência de esculturas de Rodin entre elas para dar o acabamento. Obras de Leonardo da Vinci e Boticelli são o carro-chefe no andar de obras do Renascimento. Tem mais, muito mais. Gasta-se um dia fácil, fácil. Uma aula de história da arte (cansativo, é verdade!). Permite comparações que auxiliam na identificação de estilos, temas e épocas.  

Por fim, acho interessantíssimo como os museus nos dão também indicações de espólios pós-guerras. Os alemães se ressentem que algumas das obras de pintores impressionistas foram levadas pelo exército Russo e que hoje estão presentes no Hermitage. Para quem viu o museu de Berlim com toda a riqueza egípcia “importada”só pode pensar: “ladrão que rouba ladrão ...”

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Frutas do Bosque, Finlândia e Futebol


Inusitado encontro no belo e limpíssimo Mercado Central de Helsinki na Finlândia. Decidi comprar frutas vermelhas silvestres também ditas frutas do bosque (não dos nossos bosques, né!). Aquelas que adoro e que sinto tanto serem raras (e caras) em Fortaleza: framboesas, cerejas, mirtilhos e morangos. O vendedor era um turco (o da foto acima). Com inglês recalcitrante perguntou qual minha prosa. Ao dizer que era do Brasil, fez questão de tirar seu agasalho e mostrar-me a camisa que tinha por baixo. A camisa do time de futebol Fenerbach de Istambul na Turquia. Tinha o número 9 e o nome do atacante Deivid (ex-Corinthias). Perguntei-lhe “Is he good”, a resposta afirmativa veio com “all Brazilians are good”. Orgulhei-me.

quarta-feira, 24 de dezembro de 2008

Qual Será o Impacto da Crise?

Aproveito minha referência feita no texto anterior sobre a crise econômica mundial para me perguntar sobre o impacto dela no Brasil. As recentes notícias nos jornais sobre o aumento do nível de emprego bem como do turismo no Ceará nos últimos meses aumentaram minha dúvida. Na minha viagem a Alemanha e Espanha, na semana passada, o que mais me impressionou foi o efeito visível da crise no turismo e no comércio. Os aeroportos estavam vazios. Esperava-os lotados e presenciar muita confusão como sempre experimentei em finais de ano pela Europa e EUA. A época de festas e o inverno que se inicia trazem transtornos inevitáveis ao sistema de controle aéreo. Não foi o que presenciei. Até minha bagagem conseguiu chegar a tempo ao destino (coisa que não é muito do feitio da TAP)! Em particular, o vôo da TAP para a Europa, quase não possuía brasileiros. Euro a R$3,35 impede qualquer sonho. Agora, o fato mais surpreendente foi presenciar o comportamento dos europeus nas lojas. Ninguém a comprar. As lojas, que normalmente ofereciam descontos após o Reveillon, passaram a oferecê-los antes do Natal. Descontos que às vezes chegam a 70% do valor cheio. Não estamos ainda sentindo quase nada do efeito dessa crise, o que é ao mesmo tempo surpreendente e animador. Sempre éramos afetado ao menor sinal de turbulência na economia mundial. O mero fato da crise não ter se instalado aqui com força já é bem alentador. Agora que ela vai chegar, vai. Vamos torcer para não ser com tanta força. Abaixo vejam a foto dos espanhóis em Madrid, no dia 21 de Dezembro, último fim de semana antes do Natal, fazendo fila até o meio da rua para entrar numa loja com descontos excepcionais. Tudo a 6, 12 ou 18 Euros. Só assim para fazer a turma comprar.

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Dahlem Konferenzen - Viagem

Essa semana meus textos serão prioritariamente voltadas à Dahlem Konferenzen. Já tinha escrito sobre o honroso convite que recebi para fazer parte de um grupo de cientistas para estudar temas como a modelagem matemática da criminalidade (veja o texto aqui). A viagem Fortaleza-Berlim transcorreu bem (pelo menos a TAP não perdeu minha bagagem!) embora bem cansativa. Uma conexão em Munique me permitiu tirar algumas fotos de curiosidades que encontrei em um dos aeroportos mais elegantes do mundo.



Uma réplica da Allianz Arena, a casa do Bayern de Munique. Essa réplica está em um lugar central do pavilhão de embarque e pode ser acessada por todos os passageiros que nela passam. Dentro um aspecto bem futurista (como a fachada, diga-se de passagem). Vejam abaixo a quantidade de computadores e monitores deixados ao uso dos interessados.



Bem na mosca! No banheiro do aeroporto, registrei essa curiosidade da foto abaixo. Há uma mosca desenhada em cada mictório. É para mirar no alvo e consequentemente sujar menos. Bem criativo!

domingo, 12 de outubro de 2008

Lisboa

Lisboa lembra-me fortemente Marseille na França onde morei por quase quatro anos. Talvez por isso mesmo seja uma cidade que me agrade tanto. As colinas e vales e a estrutura de suas avenidas que descem diretamente ao mar são de uma similaridade incrível. Marseille tem sua Canabière que leva-nos ao Vieux Port à beira do Mediterrâneo. Lisboa com suas Avenida da Liberdade e Rua do Ouro que nos levam a Praça do Comércio e ao desembocadouro do Tejo. No entanto, não é só isso. As duas cidades são velhas, mas de espírito jovem. Não que as compare por causa de suas faixas etárias, pois nesse quesito Marseille é mais de 1000 anos mais idosa (oficialmente, mas as duas cidades parecem ter aparecido há mais de cinco séculos antes de Cristo), mas sobretudo em sua arquitetura. São semelhantes em suas ruelas escuras, enigmáticas, cheias de monumentos que comportam muita história e sempre cheias de alegria, sobretudo à noite, algo bem típico de cidades marítimas e de jovens. Abaixo algumas cenas retratadas e que me dizem um pouco de Lisboa.

Aos Gourmands. Pastelarias com Pastéis de Nata


Ruelas e mais ruelas.


As calçadas não são dos peões (ou melhor, pedestres).

Museu Calouste Gulbenkian. Tanto arte antiga(minha preferência) quanto moderna

Mercado de antiguidades e de peças para colecionadores. Selos, livros e discos de vinil abundam em face da Praça do Comércio e abaixo de um arco do triunfo dedicado a Vasco da Gama

Por falar em Vasco da Gama, esses belíssimos azulejos descrevem seu diálogo com o Rei antes de partir para conquistas em sua nau também retratada. Bem que meu Vasco poderia se inspirar um pouco em tanta glória.

Casa do Alentejo. Ainda hoje é destinada a reunir os alentejanos para uma conversa, um café e troca de homenagens. Seu prédio estilo mouro com azulejos e madeiras rebuscadas é imperdível.


domingo, 1 de junho de 2008

Memórias Italianas

Estive na Itália semana passada em função de mais uma reunião relativa ao projeto SAMBA (Televisão Interativa Digital). Pude revisitar alguns lugares que tinha ido há mais de 15 anos e ainda pude conhecer alguns pequenos lugarejos no interior. Abaixo alguns comentários com fotografias de curiosidades percebidas na viagem.

Falta de espaço para transitar e estacionar é algo comum nas ruas das cidades italianas. A preferência por carros pequenos é assim compreensível. Vejam como se pode estacionar com o Twingo da Renault.




Uma escola italiana em Natz onde os alunos só aprendem o alemão . Esse é o laboratório de informática de lá.


Muita massa e uma dica para um dos melhores restaurantes que já fui na minha vida (e com muito bom preço). A Le Due Spade em Trento. Aconselho o menu a base de aspargos frescos. Até a sobremesa era a base de aspargos.


A placa abaixo é de uma campanha contra a compra de produtos falsos. É incrível como tem pirataria de produtos produzidos lá mesmo na região.

quinta-feira, 27 de março de 2008

Harrods

Voltando a falar de momentos da recente viagem a Europa, não posso deixar de mencionar como fiquei espantado ao visitar a Harrods em Londres. Foi a primeira vez que fui a essa loja de departamento que certamente merece estar presente em qualquer roteiro turístico. Cerca de 300 mil pessoas a visitam em momentos de pico como o Natal. As lojas são extremamente luxuosas. Seu mercado que é integrado a um pequeno restaurante é extraordinário . Difícil encontrar uma decoração tão extravagante e luxuosa. Os produtos vendidos são exóticos, caros e sempre envoltos em decorações marcantes. Vejam algumas fotos que tirei dos ambientes para terem uma idéia da decoração. Só não dá para comprar nada. Mesmo com o Real forte, a maior das extravagâncias seria usá-lo com tanta futilidade.