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quinta-feira, 1 de novembro de 2012

A Imponência e a Modernidade Urbana em D.C.



Estive brevemente em Washington D.C. para apresentar um artigo científico na Universidade de George Mason. Aliás, saí de D.C. quase fugido do furacão Sandy (mais devastador do que devasso).

Sempre me surpreendo com essa cidade soberbamente bem organizada, limpa, bonita em todos os seus ambientes. Vale a pena a visita. Tive informações técnicas privilegiadas de uma brilhante estudante brasileira (por coincidência, minha filha) que estuda em New York e me acompanhou nas minhas andança. Falou-me sobre a história das escolhas urbanas da capital americana. A imponência  das grandes construções públicas é ressaltada por suas conexões  através de largas avenidas que, quase sempre em diagonal, criam um desenho bem particular desta cidade ímpar.

Não posso deixar de enfatizar: a bicicleta tem sua relevância. Ela tem seus espaços, pode ser alugada de um lugar a outro e é comum ver demarcações nas ruas onde elas têm espaço compartilhado com os carros. Nada de achar que tudo é ciclovia como já cheguei a mencionar aqui.

Difícil encontrar algo para criticar nessa cidade, certinha demais. Adicionam-se ao desenho particular, alguns exemplos simples de uso da tecnologia no espaço urbano que creio valerem menção. Os parquímetros são alimentados por energia solar. Vejam em foto abaixo. Eles nem têm tanto sol como nós, mas o usam bem melhor. Ainda sobre o sistema de estacionamento, o pagamento dos espaços pode ser feito por telefone celular: mobile parking (veja o vídeo abaixo para saber como funciona). Como já disse também por aqui no blog, os smartphones no futuro breve também serviram para falar :-)) Para os antiamericanos, não visitem D.C. terão ainda mais raiva deles (mas, se puderem reconhecer a inveja, fará bem J).


 

terça-feira, 8 de janeiro de 2008

Porque Eu Gosto de Arquitetura

Quando minha filha Lara me perguntou o que achava sobre arquitetura como profissão, respondi: boa escolha. Mas logo emendei. O que acho legal em arquitetura é que é uma profissão que promove e premia a criatividade. É dessa criatividade que precisaremos de mais em mais no mercado de trabalho. Um profissional arquiteto é introduzido naturalmente aos conceitos ligados a idéia mais geral de design. Esse conceito significa projetar coisas (que podem até ser casas, mas não obrigatoriamente) que sejam úteis, atrativas, prazerosas, ecológicas, enfim que façam as pessoas (e mesmo o planeta) viverem melhor. Aliás, design de serviços também é comum nos dias atuais e vem sendo fortemente explorado em um mundo de prestação de serviços virtuais com a Internet. Outra coisa que me agrada na profissão refere-se à natural proximidade entre o método, a técnica e a arte. Novamente, estimula-se outra característica fundamental para o profissional do futuro: sensibilidade artística, estética e visão multidisciplinar. Evidentemente que nem todos que escolhem essa profissão percebem todas essas nuances ou podem explorá-las a fundo. Mas para um pai orgulhoso de ter recebido a notícia de que sua filha conseguiu passar na Universidade, como é meu caso hoje, nada como vislumbrar futuros promissores. Parabéns Larinha!