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quinta-feira, 26 de abril de 2012

Uma Nova Democracia


Dias atrás deparei-me com o excelente site New Democracy, hospedado na Austrália. Animado por uma comunidade de especialistas e entusiastas por novos modelos representativos, o site é riquíssimo em inovações sobre a forma como a representação popular deve ser.

Dentre as formas de representação popular a sortition me chamou a atenção. Não há eleição. Escolhe-se o representante para o parlamento baseado simplesmente em um sorteio entre os cidadãos da cidade ou Estado. Tem como vantagem manter uma representatividade eclética e acaba com todos os males oriundos de campanhas políticas onde cada vez mais o poder econômico prevalece. Será que conseguiríamos ter representantes melhores do que o que temos? Mais baratos, certamente eles seriam.



quarta-feira, 25 de abril de 2012

Os Segredos do Youtube

A forma como conheci Juliano Spyer foi bem interessante. Ele me ligou dizendo que gostava de WikiCrimes, estava vindo a Fortaleza e queria me conhecer. Fiquei honrado em recebê-lo na UNIFOR. Nossa conversa me foi muito agradável e serviu para mostrar a inquietude de Juliano. Daquelas boas inquietude que movem as pessoas. Com uma história no contexto da web que começa a se sedimentar, ele se define como "apresentador  do “admirável mundo novo” da internet para quem tem menos vivência no assunto". 

Ontem tomei conhecimento de mais uma das suas iniciativas. Quer desenvolver um projeto de divulgação científica. Em especial, falará sobre antropologia digital no contexto do Youtube. Não contente com o tema inovador, escolheu uma forma inovadora para viabiliza-lo. Saiba como no vídeo abaixo. Vale nosso apoio. 


sexta-feira, 20 de abril de 2012

Meu Aniversário



Estou tendo um aniversário particularmente delicioso. Em Lyon, muito bem acompanhado, conheço um pouco mais da culinária francesa em restaurantes que competem por chegar em um nível de excelência totalmente impressionantes.

A distância me levou também a receber mensagens de parabéns por email e Facebook as quais adorei. Fantástico como a distância e o virtual fazem com que as pessoas se esforcem para enviar votos carinhosos, criativos, divertidos e calorosos. Talvez não os recebessem se estivesse pessoalmente com os amigos.

Enfim, amigos e queridos familiares, tem sido maravilhoso lê-los e por isso tenho curtido-os demais. Um grande abraço e obrigado.

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Manger et Bouger

Os franceses sempre comeram muito bem, tanto em sabor como em termos nutricionais. Quando morei lá, lembro-me demais do quanto eles levavam a sério a educação alimentar nas escolas. Refrigerantes e comidas gordurosas ou muito doces não faziam parte dos cardápios. Foi o único lugar que vi crianças comendo salada no McDonalds.

Ontem, ao assistir a televisão, tomei conhecimento de um programa governamental que mostra o quanto eles continuam preocupados com os hábitos alimentares. O programa “Manger et Bouger” (comer e se mexer) faz parte de uma política nutricional, prioridade de saúde pública, que visa reduzir as patologias mais comuns na França: câncer, doenças cardiovasculares, diabetes e osteoporose.

O programa baseia-se num amplo conjunto de ações para fornecer informações às pessoas de forma que possam tomar decisões favoráveis à saúde quando vão se alimentar quanto a seus hábitos sedentários. Uma das ações, a que me chamou atenção (como havia mencionado), foi a elaboração de uma lei que obriga para toda publicidade de alimentos e bebidas que adicionam sal, açúcar ou edulcorantes e os alimentos manufaturados se veicular dicas de comportamento saudável. As dicas são as seguintes:
  •  Para sua saúde, coma pelo menos 5 frutas e verduras por dia;
  •  Para sua saúde, pratique uma atividade física regularmente;
  •  Para sua saúde, evite de comer muito açúcar, muito sal e muita gordura;
  •  Para sua saúde, evite de ficar “beliscando” entre as refeições;


Essas mensagens saem na televisão a quase cada cinco minutos. O mais interessante é que em horários de programas infantis, elas aparecem mais, pois tem muita propaganda de biscoito, salgados, refrigerantes e outras comida não muito saudáveis. Uma verdadeira lavagem cerebral. Demonstra o quanto eles levam a sério a alimentação. Não é a toa que não se vê a obesidade comum nos EUA e mesmo no Brasil aqui. Você já pensou se passaria na prova das quatro regras dos franceses?

terça-feira, 17 de abril de 2012

Estamos de Parabéns?

Senti-me impelido a falar, nessa época de aniversário meu e de Fortaleza, da relação que tenho com a cidade e de um dos sentimentos que ela me desperta. Nasci aqui e embora tenha vivido cerca de 20% de minha vida fora, sempre estou de volta. Não consigo, no entanto, deixar de compara-la com os locais onde passo. O que temos de atrativo?

Cresci numa Fortaleza, não tão pacata quanto a de meus pais. Passei a explorá-la e conhecê-la por conta própria na década de 70. À época, Fortaleza estava em crescimento como eu. Parece-me que havia (e ainda há) no nosso imaginário de fortalezense, uma necessidade constante de torná-la uma grande metrópole. E assim aconteceu. Infelizmente esse crescimento se deu de forma totalmente dissociada de uma reflexão mais ampla sobre que tipo de crescimento deveríamos ter.

Uma das poucas coisas que, nos últimos quarenta anos, se aproxima de um planejamento a longo prazo para a cidade foi a unanimidade em torno de nossa vocação ao turismo. Uma ideia que independeu de partido político no poder, mas que aqui também parece se desenvolver de forma desfocada, sem a completa percepção do que realmente devemos fazer para sermos atrativos.

Não me parece que percebemos que o mundo hoje quer ardorosamente consumir cultura (em sentido amplo que o conceito representa). Esse é o objeto de desejo dos que viajam. Querem conhecer, dentre outras coisas, arte, sabores, costumes, produtos, vegetação, gente, enfim, um ecossistema cultural que quanto mais rico mais atrativo. As pessoas querem sentir uma cidade e alimentar seus sentidos. Infelizmente, ser atrativo aos turistas por este ponto de vista requer um dever de casa que não estamos fazendo a contento: investir muito em cultura.

O pior é que não percebemos que a forma de crescimento que adotamos consegue inclusive a ser depredadora do que possuímos. Destruímos cada vez mais nossos espaços típicos, como pequenas vilas residenciais, áreas verdes urbanas e ruas rústicas de paralelepípedo. Privilegiamos os grandes empreendimentos a nossos artistas, cozinheiros e empreendedores da cultura enfraquecendo a economia criativa local. Desvalorizamos nossa história que, embora jovem, é essencial para compreendermos o que somos e porque assim estamos.

Ainda estamos tão ávidos por consumir a cultura de “fora” que deixamos a preservação e fortalecimento da nossa em segundo plano. E assim vamos crescendo.

* artigo reproduzido hoje na coluna Opinião do Jornal O Povo

domingo, 15 de abril de 2012

Caça aos empreendedores

Nem bem cheguei em França, ainda no aeroporto de Orly, vejo um outdoor que chamou a atenção. Os ingleses chamam empreendedores de todo o mundo para abrir seus negócios lá. Dizem ser um local onde abrir uma empresa é fácil e rápido. No outdoor (vejam-no em versão inglesa abaixo), há uma foto de Sir Richard Branson, dono da Virgin, e atualmente, um dos maiores exemplos empreendedorismo britânico.

Achei que isso merecia registro. Primeiro, a ação agressiva dos ingleses de fazer esse tipo de propaganda em solo francês. Depois, os argumentos em si. A chamada oficial dos ingleses aponta cinco razões para se abrir um negócio na terra da Rainha:
1) Abertura, transparência e desburocratização
2) Uma política de aproximação da Universidade com as empresas que favorece a inovação
3) Ser, atualmente, o maior centro de empresas multinacionais européias instaladas
4) Ter uma política de vistos rápidos só para empreendedores
5) Ter uma política de propriedade intelectual clara e definida

Precisamos ainda avançar muito para chegar a fazer algo assim, não? Ainda nem percebemos a importância de facilitar os brasileiros a empreender, o que dizer de fazer isso para que os estrangeiros o façam!

terça-feira, 10 de abril de 2012

O Avanço Britânico

A visão de governo aberto dos ingleses é uma das poucas que se pode dizer realmente ampla. Depois que virou moda, todo governo que lança uma página ou um conjunto de planilhas na web se auto-intitula de “Aberto”.

A real visão de dados abertos pressupõe dos governos o interesse em que os dados abertos sejam apropriados pela população. Assim espera-se ações concretas na direção de facilitar a exploração dos dados.

Os ingleses demonstram que têm essa visão.  No site http://data.gov.uk é agora possível consultar informações via SPARQL (http://data.gov.uk/sparql)  a linguagem de consulta padrão da web semântica. Isso quer dizer que ficou mais fácil consultar dados e relaciona-los com outros, abrindo-se assim a possibilidade de geração de serviços úteis aos cidadãos. Resta, é verdade, o desafio de tornar essa consulta fácil de ser feita. Mas agindo assim o governo torna-se indutor de iniciativas que podem vir tanto da academia como da iniciativa privada. Um exemplo a ser seguido.


segunda-feira, 9 de abril de 2012

A Visão da Google

A blogesfera e a mídia de tecnologia essa semana deu, não surpreendentemente, muito espaço para o protótipo do Google Glass, um óculos que lhe permite ficar conectado na web a todo instante. A gigante de Mountain View tem hoje o poder de divulgar publicidade sem pagar um tostãozinho. Tudo que lançam gera “mídia espontânea”.

Convenhamos, não sem razão. Google é uma fábrica de inovações (alguns de meus textos sobre a Google podem ser vistos aqui e aqui). Mas afinal esses óculos são tão inovadores assim mesmo? Vejam um dos vídeos que descreve os óculos abaixo. Ele permite aos usuários estarem conectados na web e fazerem uso de serviços diversos, principalmente os ligados a localização, de forma imediata.

Embora pareça muito futurístico, a proposta não é muito diferente do que já existe hoje em telefones celulares. A combinação de serviços de fotos, consulta em mapas e uso de vídeos, tudo isso com interface via voz ,já está presente nos melhores SmartPhones. O que surpreende na proposta da Google é a mudança do paradigma de que o telefone deixaria ser usado desacoplado do corpo como o fazemos hoje. As mulheres então o desacoplam demais ao colocarem os seus dentro das bolsas (e consequentemente o “perdem” e/ou não atendem as chamadas).

Ao propor um novo modelo de usar um smartphone que passa a ser vestido pelo usuário, ela fortalece a ideia, que lhe é interessante, de que estaremos conectados a todo e qualquer momento. Os impactos dessa proposta são imensos. Ela vislumbra um futuro onde a interação com a Web será natural como quem conversa com um amigo. Tal naturalidade enfatiza o quanto será necessário termos soluções, também naturais, para proteger a privacidade das pessoas. Alguém vai se preocupar com isso? Ou será como a política de privacidade do Facebook que segue a linha de Mark Zuckerberg que já declarou “Who cares about privacy?”. 


quarta-feira, 4 de abril de 2012

Você torce pelo time que ganha?

As maiores torcidas são dos times que mais ganham ou os times que mais ganham são os que têm maiores torcidas? Pensei sobre isso ao ver a interessante estatística dos clássicos brasileiros na coluna do Rodolfo Rodrigues: Futebol em números.

Flamengo e Corinthians, por exemplo, não são as maiores torcida por acaso. O Flamengo tem vantagem em confronto direto com todos os outros três grandes do Rio. Em São Paulo, o Corinthians leva vantagem com Santos e São Paulo, embora perca para o Palmeiras.

De uma forma geral os times que tem maior torcida são os que mais vencem os confrontos diretos. Aqui no Ceará, há um equilíbrio grande, mas o Ceará continua na frente.

Há algumas freguesias históricas. A do Botafogo para o Vasco é uma delas. Veja mais nas tabelas abaixo extraídas do site. Quem quiser saber mais, vale a pena dar uma olhadinha em outros números aqui.





domingo, 1 de abril de 2012

Gmail Motion

Que o Kinect da Microsoft tem apontado para uma nova forma de interação com computadores através de gestos ninguém duvida. Google ficaria atrás? Bem, não sei se isso preocupa mesmo os engenheiros de Mountain View, mas que o tema serve para uma boa piada de primeiro de abril, serve. Vejam abaixo o vídeo da nova tecnologia para reconhecimento de gestos a ser usada no Gmail.

E se não fosse primeiro de abril? Você acreditaria?

sábado, 31 de março de 2012

Primeiros Erros

Percebi que fazi um certo tempo que não colocava uma música cá nesse espaço. Conectei um DVD Blue Ray no receiver Denon que tenho em casa e "de quebra"consegui conecta-lo a Web. Posso assim assistir YouTube e escutar músicas com som de alta qualidade, um dos meus maiores hobbies.

Embora a interface de interação seja ainda muito precária, pois o controle remoto decididamente é algo arcaico e com dias contados, pude selecionar "Primeiros Erros" com Capital Inicial e participação especial de Kiko Zambianchi. Em minha modesta opinião, trata-se da melhor gravação dessa música que tanto gosto. Apreciem.



quarta-feira, 28 de março de 2012

Cidades Inteligentes e o Futuro das Megacidades

Ótimo evento promovido pelo jornal Valor Econômico no Hotel Rennaissance em São Paulo sobre cidades inteligentes e sobre o que esperamos como legado da Copa 2014 neste contexto no País. Fui convidado a palestrar onde tive a oportunidade de discorrer dos projetos que desenvolvemos e dos conceitos que venho defendendo há algum tempo como dados abertos, transparência, inovação e mapas colaborativos. Abaixo seguem os slides que usei na minha apresentação. Maiores detalhes sentirei-me honrado em interagir.


segunda-feira, 26 de março de 2012

Cidades e Agentes Inteligentes

Tenho escrito sobre cidades inteligentes (sugiro ler sobre o Zipcar index para saber mais sobre esse conceito), em especial sobre o quanto acho importante o papel de dados abertos governamentais neste contexto. Gostaria de enfatizar aqui a relação existente entre dados abertos governamentais e inovação. Para tanto vou fazer inicialmente um paralelo entre os conceitos de cidade inteligente e agente inteligente dentro do contexto da Inteligência Artificial (IA).

A IA moderna fugiu do debate filosófico do que é inteligência adotando o conceito de agente inteligente que se baseia em dois princípios básicos. autonomia e racionalidade. Um agente autônomo é capaz de decidir seu rumo e para isso age em busca de maximizar uma ou várias medidas de performance que serão balizadoras de suas ações e indicarão o quão racionais elas são.

Acredito que podemos pensar analogamente para postular que uma cidade inteligente deve ser autônoma para usar as informações produzidas no âmbito da interação desses agentes em busca do bem comum da coletividade. 

Considero que uma política de dados abertos é infraestrutura para o desenvolvimento de uma cidade autônoma e racional. Deixem-me dar um exemplo simples. Cidades autônomas usam informações sobre tráfico de veículos para auxiliar os cidadãos sobre que rota  ou que meio de transporte tomar e assim serem mais racionais no uso do recurso escasso não renovável. Para que isso seja possível as informações sobre tráfego devem estar disponíveis de forma que empresas, jornalistas, autônomos, estudantes, enfim, empreendedores de uma forma geral possam criar serviços a serem usados por todos. Governos que agem desta maneira tomam ações concretas e claras na direção do fomento à inovação. Veja um bom exemplo disso com o que ocorre em Chicago com seu IdeaHack Day.

Além do aspecto da inovação, uma política consistente de coleta e provimento de dados abertos é estratégica para geração de oportunidades para empreendedores além de combater os monopólios. Se os dados estiverem na mão de uma única empresa, como é o caso de alguns dados que estão com a Google, os governos vão acabar reféns das mesmas o que pode prejudicar o desenvolvimento. Para que exemplo mais gritante do que as informações geográficas representadas no Google maps. Trata-se de infraestrutura básica que deveria fazer parte dos governos e estar disponível a todos. Hoje isso é praticamente carta fora do baralho. Embora iniciativas como Open Street Map existam, nenhum governo no mundo tem dados geográficos no nível de precisão do Google, Microsoft, etc. Fácil ver que ainda há muita inteligência a ser providas às nossas cidades.

terça-feira, 20 de março de 2012

Janelas e Calçadas Quebradas

Abaixo reproduzo artigo meu publicado no O Povo de hoje, coluna Opinião, que dedico a meu pai, um frequentador assíduo do centro da cidade de Fortaleza e que sofre há anos com as calçadas de lá.


Semana passada, o cientista político James Wilson, 80, autor juntamente com George Kelling de artigo em 1982 que lançou a teoria das janelas quebradas, faleceu. Impossível lembrar de Wilson e Kelling sem lembrar dos problemas urbanos verificados em Fortaleza. Em particular da questão da ocupação irregular das calçadas, fato evidenciado pelo mapa construído pelos internautas aqui no O Povo.
 Wilson e Kelling sugeriram que a ordem pública é frágil e se não se conserta a primeira janela quebrada, logo as outras também estarão quebradas. Para eles, em termos comunitários, desordem e crime são coisas que se desenvolvem como consequência um do outro. Eles enfatizaram que as janelas não são quebradas porque os cidadãos que vivem na comunidade são inerentemente, digamos quebradores-de-janela. Isso ocorre porque cria-se o sentimento de que é coisa de ninguém. Como não há quem se importe, não há custo em quebra-las (na verdade é até divertido, os jovens que o digam!). Ou seja, o negócio é não deixar o efeito dominó acontecer.
 Uma das declarações mais emblemáticas feitas por Wilson diz que “A Segurança Pública tem que proteger a comunidade tanto quanto os indivíduos. Nossos trabalhos de vitimização e estatística medem somente as perdas individuais, mas não medem as perdas coletivas.” Da mesma forma que médicos devem tratar da saúde como um todo do que simplesmente da doença específica, todos nós devemos reconhecer a importância de manter intactos comunidades sem janelas quebradas.
 Todos os casos de sucesso de políticas públicas nos EUA e mesmo fora dele, desde então, levam em contas as premissas dessa teoria. Será que conseguiríamos aplica-las aqui em Fortaleza? Para começar, seria possível ter alguma ordem nas calçadas do centro da cidade que forma que os cidadãos nelas pudessem andar? A Segurança Pública agradeceria com certeza.

segunda-feira, 19 de março de 2012

A Nuvem de Opiniões

Creio que um excelente exemplo de  Jornalismos de dados com web social é a nuvem de opiniões (The Opinion Cloud) do The Economist. Sugiro dar uma olhadinha, pois em minha foto abaixo não consigo capturar o fato de que a nuvem é dinâmica e pode mostrar opiniões relacionadas ao tópico que faz parte da nuvem. Ela mostra ainda quais os temas que chamam a atenção do leitor a cada minuto.

The Economist usa o Appinions que você pode conhecer mais abaixo.

Appinions - Influencer Exchange from Appinions on Vimeo.