Siga-me no Twitter em @vascofurtado
Mostrando postagens com marcador google. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador google. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Os Jogos Olímpicos Móveis


Os últimos dados liberados pela Google sobre as buscas efetuadas em seu buscador indicam que as olimpíadas foram um evento em que o uso do SmartPhone se diferenciou. Quase a metade das buscas efetuadas em termos ligados aos jogos olímpicos vieram de telefones e de tablets.

Vejam abaixo gráficos que mostram isso. No primeiro vê-se o volume de buscas nos dias 27 e 28 em comparação com buscas efetuadas em outros dispositivos. Em certos momentos da abertura o uso de mobile foi maior do que o de computadores. O segundo mostra o percentual das buscas feitas nesses dispositivos nos dias 27 e 28 de julho. Vejam que essa onda parece ainda não ser tão forte aqui no Brasil. Parece-me um reflexo da crise de oferta de serviços com qualidade e preço reduzido que nos aflige. Creio ser somente questão de tempo.





terça-feira, 24 de julho de 2012

Criativa Mobilização Social


Google, Facebook  e outros que vivem das redes sociais virtuais têm muito que ensinar à classe política. Esses gigantes da Internet nunca deixam de reconhecer que precisam incansavelmente compreender o comportamento de seus usuários. Eles sabem muito bem que as pessoas são fortemente influenciadas, para o bem ou para o mal, por suas redes sociais.  Para não perderem seguidores, todas as mudanças em seus produtos passam pelas etapas Teste, Aprenda e Execute.  

Aplicar metodologias similares para compreender o que milhares de pessoas sentem e reagem dentro de suas redes sociais deve despertar o interesse de nossos governantes da mesma forma que aos empreendedores da Internet.  Alguns políticos mundo afora já perceberam como as ciências comportamentais e o estudo das redes sociais (virtuais ou não) podem ser importantes ferramenta de gestão.

O governo britânico, com a ajuda de cientistas comportamentais, realizou estudos em que enviou cartas a contribuintes em débito com o fisco pedindo que regularizassem sua situação. Fez isso em dois grupos distintos. No primeiro, fez uma solicitação de quitação de débito normal. No segundo, o texto solicitava o pagamento dos impostos devidos, mas comparava o contribuinte com outros do mesmo setor ao dele. Dizia, por exemplo, que a grande maioria dos contribuintes do setor já havia regularizado sua situação fiscal pagando em dia. A mera comparação do contribuinte com aqueles que compõem sua rede social profissional fez com que a quantidade de regularizações deste segundo grupo fosse cerca de 15% maior do que a do primeiro grupo.  

Eis aqui um enorme campo a ser explorado por nossos governantes.  A mobilização da sociedade, buscando motivá-la e incitá-la a ações positivas, é condição determinante para a efetiva implantação de leis e de políticas de governo.  

* Artigo publicado no Jornal O Povo na coluna Opinião de hoje

domingo, 1 de abril de 2012

Gmail Motion

Que o Kinect da Microsoft tem apontado para uma nova forma de interação com computadores através de gestos ninguém duvida. Google ficaria atrás? Bem, não sei se isso preocupa mesmo os engenheiros de Mountain View, mas que o tema serve para uma boa piada de primeiro de abril, serve. Vejam abaixo o vídeo da nova tecnologia para reconhecimento de gestos a ser usada no Gmail.

E se não fosse primeiro de abril? Você acreditaria?

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Celulares Começam a Fazer a Diferença

A Google fez uma projeção, com base com o que ocorreu em 2009 e 2010 (vejam os picos no gráfico abaixo) sobre o que vai acontecer com as buscas durante o Black Friday deste ano(dia das compras nos EUA, uma espécie de preparação para o Natal). Estima-se que 44% das buscas serão feitas por meio de celulares. Esse padrão se repete no Natal. É o momento onde as pessoas estão nas ruas e usam o celular para buscar oportunidades de compras e informações diversas sobre lojas.

Esse estudo dá indicações muito claras de que os celulares são de mais em mais o futuro da computação. Talvez não se use o celular a todo momento, mas em alguns momentos ele vai ser primordial. Em termos de SEO, isso também é muito importante. Em celulares, a publicidade que vale mesmo são aquelas que aparecem na primeira tela de retorno da busca. As pessoas quase nunca navegam nas outras opções. Os desafios do mundo mobile estão em nossa porta.

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Especialista em SEO – Profissão do Futuro?

Soube que numa dessas listas sobre as profissões portadoras de futuro, a profissão de especialista em SEO estava entre elas. Para os que não são especialistas, deixem-me primeiro introduzir o que significa SEO. Vem da sigla Search Engine Optimization (Otimização para Máquinas de Busca). Trata-se de otimizar uma página (ou até o site inteiro) para ser melhor compreendido pelas ferramentas de busca (leia-se aqui sem medo de exagero Google). A consequência da utilização das técnicas de SEO é o melhor posicionamento de um site em uma página de resultados de uma busca.

Estamos desenvolvendo um projeto no LEC (Laboratório de Engenharia de Conhecimento) que nos requer compreender os meandros de SEO. Trata-se de um projeto que envolve um portal de notícias e tem sido muito interessante ver o quanto hoje em dia se exige dos produtores de conteúdo (no caso jornalistas) a memorização de regras e mais regras para fazer com que uma notícia seja mais acessada.

O mero título de uma matéria pode ser mais, digamos atrativo, ao Google se os termos usados são os mais adequados. É fácil perceber como todo esse processo deve ser difícil de ser apropriado pelas redações de jornais que têm portais de conteúdo. Um título que para o jornal impresso é bom, para a versão on line pode não ser adequado. Como saber quais são os termos adequados para cada tipo de matéria é só uma das exigências que os jornalistas, editores e redatores estão sendo obrigados a conhecer.

Diante disto, uma profissão que surgiu recentemente foi a de especialista em SEO. Refere-se ao profissional que entende do processo e orienta o projeto do site e a forma adequada com que o conteúdo deve ser produzido. Mas seria essa uma profissão de futuro? Se depender de nossas pesquisas no LEC, absolutamente. Estamos desenvolvendo programas que procuram automatizar as ações de SEO. Não acreditamos que os produtores de conteúdo, por mais comprometidos que sejam, se dediquem a tarefa de adequar seus textos, ou pelo menos os títulos destes, para que atendam às regras de SEO.

Como, por enquanto ainda estamos em fase inicial de nossa pesquisa e não temos resultados ainda concretos, os especialistas em SEO podem ficar tranquilos. Mas que acho que essa profissão é muito mais de presente do que de futuro, acho.

terça-feira, 26 de julho de 2011

Inovação no O Povo

Àqueles interessados em inovação, sugiro a leitura dos artigos publicados no jornal O Povo de hoje pelo Presidente da FUNCAP, Tarcísio Pequeno, e seu diretor de inovação, Augusto Guimarães. Tive a honra de acompanha-los com minha opinião que está posta abaixo.


Inovação em TIC: O Poder do Ecossistema



Há pouco mais de 15 anos nem Google nem Facebook existiam. As duas foram criadas por jovens dispostos a arriscar, ambiciosos e cheios de ideias de como os computadores ajudam as pessoas a recuperar informação, se divertir e se comunicar. São exemplos do poder da boa ideia que, consolidada em software para computadores, impacta significativamente em nossas vidas e constrói fortunas.

Um olhar um pouco mais cuidadoso sobre esses exemplos mostra-nos que eles nasceram dentro de ricos ecossistemas que potencializam a inovação. Google nasceu em Stanford no coração do Vale do Silício. Facebook teve suas origens em Harvard. Nos dois casos, jovens empreendedores faziam seus estudos de pós-graduação e estavam inseridos no efervescente contexto de pesquisa e inovação que, por sua vez, tem essas Universidades como atores preponderantes.

Podemos sonhar, nós cearenses, em fazer inovações nessa área, se não tão estupendas como as mencionadas, pelo menos positivamente impactantes para nossa sociedade?

Vamos às boas notícias primeiro. Quem quiser inovar em Informática beneficia-se da existência da Web e do fato de que ela é altamente democrática. Com sua abrangência global, ela trouxe para nossas casas um grande laboratório para criarmos nossas inovações. Além do laboratório experimental trouxe também o mercado para aplicação e comercialização dessas ideias. Não se requer muito investimento e nem se precisa de maquinário muito elaborado.

O lado menos otimista dessa história é que as boas ideias não brotam do nada e essencialmente requerem gente qualificada. E aqui refiro-me não somente aos empreendedores, mas a todos que fazem o ecossistema que compõe a cadeia de inovação. No contexto do nosso Estado, a inserção de doutores em empresa é inexistente, os cursos de pós-graduação são jovens e pouco inseridos internacionalmente e a cooperação universidade-empresa para o desenvolvimento de alta tecnologia é deficiente. Consequentemente continuamos com a base das empresas de informática fortemente alicerçada no comércio de produtos manufaturados fora do Estado e do País (tanto software como hardware).

Ações que fortaleçam a cadeia de inovação são urgentes e prioritariamente devem buscar a atração de doutores que venham com a missão de trabalhar em consonância com os empreendedores locais e, dentro do possível, solucionar problemas da realidade regional. O ecossistema atual precisa evoluir a uma velocidade bem maior do que vem ocorrendo agora.

Inovar em Informática é estratégico e requer o difícil exercício de pensar em inventar para um mundo que ainda será inventado. Cria-se assim um ciclo vicioso, pois aqueles que estiverem à frente do processo de criação deste novo mundo terão mais possibilidades de inovar.

Precisamos agir!

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Publicidade Comentada em FaceBook

Na mesma semana que saiu um estudo que mostra que hoje em dia os internautas passam mais tempo no Facebook (FB) do que no resto da web, FB lança mais uma novidade que deve aumentar essa tendência: publicidade comentada.

Já são cerca de 750 milhões de usuários. Um número que não para de crescer. Alguns especialistas já começam a ver aqui uma mudança significativa na posição  hoje predominante da Google. Seu mecanismos de busca será de mais em mais menos relevante, pois perderá importância para a busca interna de FB.

Ao lançar o novo sistema de publicidade com comentários, FB desafiou a criatividade dos publicitários. Fazer boa publicidade será ainda mais desafiador. A interação será regra. Os usuários poderão responder a perguntas e a mensagem publicitária que é, hoje em dia, unidirecional passará a ser bidirecional: entre usuários e a marca.  O perigo é que a publicidade se volte contra a própria marca.

Mas o que FB quer mesmo é aumentar o tempo médio dos usuários em suas páginas. Ou se interage com os amigos ou se interage com uma marca. De conversa em conversa, Facebook vai fazendo valer a sua voz.  

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Tempos de Fácil Acesso à Informação. Ruim para a Mesa de Bar

Estava em Mountain View, terra da Google, em um papo superdescontraído, regado a um bom vinho californiano, quando contestei uma determinada afirmação do amigo Walfredo. Nem me lembro bem do que se tratava. O fato é que ele disse algo que duvidei de que era preciso. Algo muito comum em conversas entre amigos. Aquele tipo de coisa que pode gerar uma agradável (para os que adoram debater como eu) e interminável discussão com argumentos de convencimento de parte e doutra. Um ótimo motivo para mais vinho e mais interação. Nada como um, literalmente inebriante, papo entre amigos.

No entanto, as coisas não aconteceram bem assim. Mal a dúvida pairou, esse amigo já estava de olho no celular. Acessou a Google, que o direcionou a uma fonte confiável e, bingo, final de discussão. Embora eu estivesse certo no mérito, o que ficou mesmo deste fato foi nossa reflexão conjunta e jocosa de que vivíamos tempos difíceis para um papo de amigos e seus habituais blefes na mesa do bar.

Isso tem acontecido comigo com certa frequência (não que esteja sempre em mesa de bar!). Nas circunstancias em  que as frequento vejo que as disputas (refiro-me aqui àquelas amigáveis) com os amigos cada vez perduram menos. A Internet está sempre lá, cruel e infalível, com a pronta resposta. A forma intempestiva com que podemos acessar informação, em especial permitida pela Internet em dispositivos móveis, já molda a forma com que interagimos com amigos em rodas (e redes) sociais. Caminhamos para uma época em que a informação será cada vez mais disponível, tanto em ambientes de trabalho quanto na vida cotidiana. Parece-me que isso enfraquece o dito popular “mais vale a veemência do que a veracidade” (Ciro Gomes precisa saber disso :-))).

Outro fato interessante é que as pessoas estão tendo acesso a tanta informação que não conseguem mais lembrar-se de onde elas vêm. Eu mesmo já me deparo com frequência com pessoas informando-me de algo que eu mesmo escrevi em textos divulgados em diversas mídias.  E aqui outra coisa determinante de nossa época se mostra desafiador: como analisar e dar credibilidade às fontes de informação? Opa, essa é uma boa pergunta !  Google não tem facilmente como indicar a resposta. Longa vida a conversa de bar! 

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Estaria Google Temendo A Web Semântica?

Desde que comecei a fazer pesquisa, aliás desde que comecei a estudar computação, Inteligência Artificial (IA) sofreu com estigmas. “É muito complicado”. “Só serve na academia”. “Não tem nada de inteligente”, etc.

A Web Semântica sempre me pareceu que seria a grande revolução da IA. A máxima difundida nesse contexto de que “um pouco de semântica faz uma grande diferença” ajuda a explicar o porque de meu otimismo. IA sempre baseou-se na capacidade de representar conhecimento. Grandes bases de conhecimento eram necessárias e toda a complexidade de tratar o conhecimento nas mesmas foi e ainda é assunto de pesquisa na área. No entanto, o surgimento da web modificou um pouco isso. A grande base de dados/conhecimento que se esperava representar, de repente, já existe: é a própria web. Quando se passar de uma representação baseada em links para páginas, como a web tradicional de hoje, para uma representação de links para dados, como vislumbra a web semântica, tem-se automaticamente essa base de conhecimento gigantesca. Não precisa de muita complexidade para representar esses links inter-recursos. Propriedades simples como transitividade entre dados que estão interligados com várias bases já proporciona um poder de inferência sem igual.

Depois do otimismo dos últimos anos, algo acontece para abalar mesmo os mais otimistas: Google não parece satisfeito com o desenrolar das coisas. Senão vejamos. Em que se baseia o negócio da Google? Organizar os dados da web através de um algoritmo que busca páginas relevantes calculadas a partir de links. Estaria a web semântica, quando começa a estruturar os dados da web de outra forma que não links para páginas, gerando uma onda contrária à direção que Google veleja?

Vejo alguns sinais claros de que isso ocorre ao analisar decisões recentes sobre  padrões para representar dados na web. O W3C, comitê gestor da web, tem tentado, há cerca de dez anos, definir padrões para representação de dados na web. As recentes sugestões todas foram na direção de usar RDF (Resource Description Framework). Facebook, quando decidiu usar uma variação chamada RDFa, deu um enorme impulso para aceitação desse padrão.   

Há alguns dias, o IPTC (International Press Telecommunication Counsil) decidiu lançar uma ontologia para representar dados sobre notícias, chamada rNews, que também se baseia em RDFa. Vários outros exemplos indicavam que esse padrão decolaria.

De repente, na semana passada, contra todos os prognósticos, Google, Microsoft e Yahoo se juntaram e lançaram schema (schema.org). Um outro padrão para representar as informações na web e que não segue RDFa.  Os três gigantes associados disseram que seus mecanismos de busca só vão reconhecer o significado de páginas que seguirem esse padrão. Schema usa microdata que é reconhecidamente menos extensível que RDFa, mas que mantém o status quo que os gigantes das buscas adoram. Uma ducha de água fria nos entusiastas na web semântica. Isso diminui a velocidade com que dados padronizados vão poder ser ligados e representados com um pouco de semântica.
Quiçá isso seja só uma redução de velocidade que no futuro seja desprezível. De qualquer forma é bom ficar atento. Não queria ter Google como inimigo. Acompanhado de Microsoft e Yahoo então! IA terá que esperar um pouco mais para ter sua glória?

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Apple: A Marca Mais Valiosa do Mundo


A última pesquisa da BrandsZ mostra que a Apple desbancou a Google como a marca mais valiosa do mundo. A maçã está valendo nada mais nada menos do que U$ 153 bilhões. Sem dúvida que a qualidade dos produtos e o poder de inovação da empresa são os responsáveis por este sucesso. Depois da reinvenção da forma como se escuta música com o iPod até a reinvenção da forma como navegar na web com iPad, a Apple não para de crescer.

O que é mais extraordinário, no entanto, é a forma como a Apple tem revolucionado o modelo de negócios dos conteúdos digitais e de seus próprios produtos. Ao invés de correr na busca de redução de preços e barateamento de seus componentes, a Apple está sempre inovando, gerando mais desejo e consequentemente cobrando mais.

Seus produtos não são os mais baratos em nenhum nicho. O micro da Apple é mais caro do que um correspondente concorrente, o ipod igualmente, o ipad também. Enfim, os consumidores pagam mais caro pela marca. O diretor da pesquisa BrandZ disse que a Apple se compara às marcas que vendem produtos de luxo como perfumes, artigos de couro, etc. Nesse contexto quanto maior o preço, maior o desejo do consumidor em ter o bem. Esse ciclo vai se retroalimentando e a Apple vai vendendo.

Entre as 10 primeiras marcas, seis são de informática e telecomunicação. A Google é a segunda, IBM a terceira e Microsoft a quinta. Digno de menção é a posição da China mobile que já está em nono. Facebook só está em 35 e perde para Baidu a empresa do concorrente da Google na China que está em 29.

MacDonalds é a primeira que não é da área e aparece em quarto lugar. Consegue se reinventar porque os chineses descobriram o fastfood. MacDonalds adaptou seu cardápio e vende como chuchu. Vejam o estudo complete aqui.

domingo, 20 de março de 2011

Nova Versão de WikiCrimes

WikiCrimes está com uma nova interface. Não se tratam de mudanças profundas, mas são as primeiras na direção de deixá-lo mais "visível" às máquinas de busca como o Google. A forma como WikiCrimes foi iniciamente projetado não cuidava para o fato de que após um tempo, com a base de dados em crescimento (hoje já são mais de 50.000 registros), seria necessário ajudar as maquinas de busca a indexar cada um desses crimes.


Próximas etapas nesse sentido de SEO (Search Engine Optimization)  estão sendo encaminhadas. As páginas de WikiCrimes terão tags em RDFa e assim ser ainda mais visível ao Google. Com tags RDFa o Google consegue proporcionar aos usuários os resultados de pesquisa mais úteis e informativos. Quanto mais informações um snippet de resultado de pesquisa conseguir fornecer, mais fácil será para os usuários decidirem se essa página é relevante para sua pesquisa. Em breve voltarei ao tema com mais detalhes. Por enquanto visitem e acompanhem WikiCrimes.



quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Personal Democracy Fórum – Latin American

Saiu a programação e os palestrantes convidados do Fórum da Democracia Pessoal que ocorrerá em novembro em Santiago do Chile. Vejam a chamada principal abaixo.

Quedan muy pocos días para que comience el 1º Personal Democracy Forum América Latina, la principal red de conferencias sobre Tecnología y Política del globo. Cientos de líderes digitales, políticos, gente de medios, consultores, emprendedores de tecnología, líderes del sector público y ONGs de América latina, se darán cita en PDF este próximo 18 y 19de noviembre en la Torre Telefónica de Santiago.

Palestrantes de várias nacionalidades (USA, México, Chile, Guatemala, Argentina, Cuba, Costa Rica, Peru, Colômbia, Espanha e Kênia) estarão presentes. Tenho a honra de representar o Pais juntamente com Eduardo Leoni e Soninha Francine os outros dois palestrantes brasileiros. Vejam a programação e conheçam mais do PDF aqui.

Vejam também que a Google tem uma promoção em que oferta a inscrição e hospedagem de graça. Não custa nada tentar.


segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Dirigir um automóvel é uma atividade em perigo ou somente perigosa?

Cruza-se a fronteira entre ficção e realidade cotidianamente. Os celulares, que hoje já nos são tão comuns, já foram um objeto muito distante. Lembram-se de Maxwell Smart, o agente 86, com seu telefone celular (que era um sapato L)?

Pois bem, uma dessas fronteiras que parece ainda distante dá mostras de que se aproxima: carros sem motoristas. Esses carros, considerados um tipo de veículo autônomo, não precisam de motoristas e são guiados por computadores que se baseiam em dados capturados por sensores e câmeras.  Competições acadêmicas onde os pesquisadores apresentam os avanços no setor acontecem anualmente.

Recentemente, ninguém menos que a Google entrou na busca por soluções.  E quando a Google entra em cena, pode esperar que algo acontece. A Empresa de Mountain View formou logo uma equipe de peso. Contratou os pesquisadores que ganharam os mais recentes prêmios das competições promovidas pela DARPA (Agencia de Defesa Americana) e fez parcerias com a equipe de robótica e engenharia da Universidade de Stanford na Califórnia.  

Em seu blog, a Google apresentou os avanços que vêm fazendo com a tecnologia que permite que os carros façam seus trajetos sem motoristas. O carro da Google usa câmeras de vídeo montadas no teto, sensores de radar e uma mira a laser para enxergar outros carros e obstáculos no trânsito. Ele já rodou mais de 200.000 Km pelas ruas de cidades americanas sem provocar nenhum acidente. A motivação da Empresa é a de reduzir o índice de mais de 1,2 milhões de vidas que são perdidas em acidentes de trânsito. 

Para os que me lêem e adoram usar suas Ferraris nas seguras e velozes autoestradas brasileiras, fiquem atentos.  Esse hobby pode estar chegando ao fim.




quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Fórum da Democracia Pessoal

Essa semana recebi um super honroso convite para palestrar no PdF (Personal Democracy Fórum) em Santiago do Chile, em novembro. O PdF é uma conferencia reconhecida que explora e analisa o impacto da tecnologia na política e governo.

Essa conferencia, que acontece há seis anos, tem atraído intelectuais, pensadores e lideres para um ambiente de ensino e aprendizagem. A conferencia, patrocinada em sua maioria pela Google, tem suas versões norte-americana, européia e latino-americana.

Meu convite aconteceu de uma forma inusitada. Me interessei por assistir as palestras da conferencia européia que se desenvolverá em Barcelona. Somente uma platéia restrita, selecionada com base no currículo, pode assistir ao vivo. Enviei meu dossiê contando inclusive sobre WikiCrimes. Infelizmente não fui selecionado. O que soube dias depois é que não havia sido selecionado porque os avaliadores tinham achado WikiCrimes tão interessante que deveria merecer um destaque maior. Fui então convidado para ser um palestrante em Santiago, a próxima etapa do Fórum este ano.

Vejam o que a carta oficial vinha dizendo :

Your project with WikiCrimes is absolutely the kind of creative/disruptive innovation that we want to help showcase at the conference

Ponho-os a par dos acontecimentos! Enquanto isso, vejam alguns vídeos de palestrantes de PdF. Craig Newmark de Craigslist está logo abaixo.

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Reconhecimento de Voz nos Celulares: Novas Formas de Comunicação Surgem


Já é possível usar reconhecimento de voz em telefones que rodam o sistema operacional Android da Google. Graças a um acordo feito com a Vlingo Pode-se falar e o sistema é capaz de automaticamente produzir o texto correspondente. Assim, as comunicações em redes sociais poderão passar a ser por voz ao invés de texto. Não precisa digitar.

Um exemplo disso é o que pode-se fazer na rede social dirigida à telefones celulares FourSquare. Os que dela participam sabem que, pelo GPS do celular do usuário, pode-se saber onde a pessoa se encontra e assim fornecer sugestões de pontos de interesse como restaurantes, bares ou qualquer outro identificado pelos usuários. Os usuários podem assim se registrar nos locais (chamam de fazer check in). Com Vlingo, esses checkins poderão ser feitos por voz. Facilitará enormemente a interação dos usuários.

Ações similares podem ser feitas no Facebook e no Twitter. Aqueles que usam muito o Twitter pelo celular vão certamente adorar essa característica. Com a palavra agora a Apple: o que o iPhone proporá em contrapartida? Saiba mais como será esse acordo nesse artigo do TechCrunch. O vídeo abaixo mostra um pouco mais de vlingo.

A parte ruim dessa estória é que, por enquanto, Vlingo não compreende português. Vamos esperar que isso não tarde.

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Google Não Coopera com a AMC

Esse negócio de não falar ao telefone ao dirigir ainda será algo que, em futuro bem próximo, não terá mais nenhum sentido. Vejam a nova tecnologia da Google para ser usada em telefones que rodem seu sistema operacional Android. Você fala e o telefone liga. Você fala e o telefone envia um email. Você fala e o telefone faz a busca do termo. Como dirigir sem usar o telefone? Só se for mudo.

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Google TV

A grande notícia que circula na Internet desde ontem foi a decisão da Google de investir na Televisão Digital. O Google TV pode ser a alavanca que faltava para integrar de vez a televisão aos computadores. Em um mundo em que se fala da web das coisas onde os eletrônicos (e mesmo não eletrônicos) estarão todos conectados à Web, nada mais natural do que fazer com que a televisão seja um desses equipamentos. Google lançará um Set Top Box (STB) para ser acoplado a TV e que permitirá acesso à Web pelo seu browser Chrome. O melhor de tudo é que no STB rodará o sistema operacional Android também da Google. Isso significa que os programas desenvolvidos para Android (no celular, por exemplo) rodaram na televisão também.

Maiores detalhes de como isso será feito, principalmente o quanto custará, ainda não foram divulgados.  De qualquer forma, decisões estratégicas da Google têm um forte poder de transformar o mercado. Já tinha mencionado um exemplo disso quando discorri sobre a decisão da Empresa em desenvolver e distribuir gratuitamente um navegador de rotas para uso no celular. Embora minha primeira impressão é de que a Google deseja colocar a Web na TV e não concorrer com a TV normal, os impactos que essa decisão terão no modelo de TV digital podem ser muito fortes. Como ficará o Ginga (sistema operacional desenvolvido para TV Digital no País) nesse contexto todo? Eu não gostaria de ter o Android (e a Google) como concorrente. Será que atuarão no mesmo nicho? De qualquer forma, esse movimento da Google pode ser o que faltava para fazer a TV interativa virar realidade. Mais espaço para inovações estão abertos! Aproveitemo-los! Vejam o vídeo de lançamento da ideia abaixo.

sexta-feira, 15 de maio de 2009

O Dia Em Que a Terra Parou

Uso de forma provocativa o título do clássico de ficção científica de 1951 e que teve um remake esse ano com Keanu Reeves (Matrix) somente para lembrar da falha da Google na semana passada. É isso mesmo! A Google parou. Não foi seu computador. Esse negócio de computador é feito para dar pane mesmo. Pensar que alguns achavam que toda a culpa no mundo era da Microsoft! Uma pane num conjunto de roteadores fez com que alguns países, Brasil incluído, ficassem sem acesso aos serviços como Gmail, buscador, maps, etc. O mais interessante é que essa falha foi rapidamente noticiada no Twitter. A pergunta que não quer calar é: e se a Google tivesse comprado o Twitter? Quem iria anunciar a falha?

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Google na Nature

Essa matéria que saiu no portal Globo.com e que tive conhecimento a partir do colega André Herzog é emblemática do que é o mundo hoje. A Google através de suas ferramentas de análise estatística passou a estudar a relação entre termos usados por seus usuários quando realizam buscas, em particular, termos ligados a gripe suína, e o desenvolvimento da doença. Com isso, conseguiram identificar uma forte correlação entre esse interesse dos usuários e a situação de uma doença em uma região. O estudo acabou por valer um artigo em uma das mais prestigiosas revistas científica do mundo: a Nature. Tradicionalmente essa revista destina-se a divulgação de pesquisas na área de saúde. Equipes de médicos do mundo todo se esmeram para conseguir um espaço nessa revista. O mesmo espaço que pesquisadores em computação de uma Empresa privada como a Google conseguiram. É aqui que vejo os maiores símbolos do mundo que vivemos. Primeiro, a multidisciplinaridade como estratégia para atacar problemas complexos. Segundo, a solução de explorar as consultas feitas pelos usuários evidencia o quanto o mundo virtual pode nos ensinar sobre o mundo real. Por fim, ressalte-se o poder quase ilimitado da Google ao explorar seu gigantesco banco de dados. Por enquanto, a terra é o limite. Enquanto o céu não chega, dêem uma olhada na ferramenta chamada GoogleFlu para acompanhar o desenvolvimento da Gripe Suína nos EUA.

terça-feira, 25 de novembro de 2008

Google está Crowdsourcing

A Google aderiu a moda Wiki e decidiu fazer crowdsourcing também. Agora é possível fazer comentários em links disponibilizados por suas pesquisas. Tudo no já famoso estilo Google de atuar: super simples. Basta clicar na seta verde ao lado de cada item que retorna após uma busca. Você pode ainda dizer quais links retornados em uma busca são os que mais lhe interessam. A princípio, seus votos e comentários não modificarão a forma como as outras pessoas vão receber as buscas para as mesmas páginas. A idéia inicial é personalizar as buscas, embora seja possível ver como os outros estão customizando suas próprias buscas. Não creio, no entanto, que a Google vá deixar passar a oportunidade de encontrar utilidade para mais essa montanha de dados que vai se formar com a participação dos internautas. Nada como saber um pouquinho mais sobre eles. Em se tratando de Google, não podemos nem falar de um pouquinho, pois tudo é gigantesco. O vídeo oficial da Google lançando o SearchWiki, que é como eles estão a chamar o serviço, está abaixo.