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segunda-feira, 15 de abril de 2013

Match Point para Lacoste

Adorei a escolha de Guga Kuerten como novo garoto propaganda da Lacoste. Acho que tem tudo a ver. Não só pela natural ligação da marca do jacaré com o tênis (Henri "jacaré" Lacoste havia sido importante tenista), mas sobretudo pelo fato de Guga ser uma personalidade simpática, simples e muito autêntica. Valores tão importantes e tão pouco valorizados nessa época de belos modelos depilados e metrosexuais. Decididamente, uma escolha feliz !

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Futebol e dinheiro público

Final de ano, momento de retrospectivas e de balanços de resultados. Como sou um fã incondicional de futebol, fito o tema, mas sem a pretensão de analisar táticas ou técnicas. Creio mais relevante pontuar o quanto considero inadequado o financiamento público dos times de futebol da forma como vem sendo feito pelos governos estadual e municipais.

Os governos vêm patrocinando diretamente os times profissionais em troca de um espaço de “propaganda” na camisa dos times. Típico caso de merchandising de uma imagem. Completamente inapropriado em se tratando de verba pública. Trata-se de uma deturpação do conceito de publicidade das ações públicas onde deve-se visar o provimento de informações ao cidadão sobre as ações realizadas pelos governos.

Infelizmente esse tipo de patrocínio vem se difundindo. O jornal O Povo apurou que  em 2011 algumas prefeituras investiram mais de 1 milhão de reais em times profissionais que disputam o campeonato cearense de futebol. Há um grande rol de razões para que isso não seja aceito pela sociedade. Desde o inexistente impacto social ao fato de que acaba servindo mesmo é para auxiliar a promoção individual de dirigentes dos times (normalmente com ambições políticas).  Além do mais, o péssimo ano do futebol cearense serve para mostrar que não é isso que vai nos fazer ter times melhores.

Não estou a dizer que não é papel dos governos apoiar o desporto profissional, mas há várias outras formas. Deve-se, por exemplo, fornecer uma infraestrutura correta e digna que dê acesso aos torcedores. O futebol como instrumento educativo também merece todo o apoio. Parcerias entre as escolinhas de futebol dos clubes e as escolas públicas seria uma iniciativa muito valiosa e de interesse público. Este tipo de iniciativa pode trazer vantagens mútuas, tanto para a sociedade com a inserção de jovens e adolescentes, quanto para os próprios times profissionais que precisam desesperadamente de craques formados nas categorias de base. 2012 bem que poderia ser diferente.

* artigo publicado na coluna Opinião do Jornal O Povo hoje

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Publicidade Comentada em FaceBook

Na mesma semana que saiu um estudo que mostra que hoje em dia os internautas passam mais tempo no Facebook (FB) do que no resto da web, FB lança mais uma novidade que deve aumentar essa tendência: publicidade comentada.

Já são cerca de 750 milhões de usuários. Um número que não para de crescer. Alguns especialistas já começam a ver aqui uma mudança significativa na posição  hoje predominante da Google. Seu mecanismos de busca será de mais em mais menos relevante, pois perderá importância para a busca interna de FB.

Ao lançar o novo sistema de publicidade com comentários, FB desafiou a criatividade dos publicitários. Fazer boa publicidade será ainda mais desafiador. A interação será regra. Os usuários poderão responder a perguntas e a mensagem publicitária que é, hoje em dia, unidirecional passará a ser bidirecional: entre usuários e a marca.  O perigo é que a publicidade se volte contra a própria marca.

Mas o que FB quer mesmo é aumentar o tempo médio dos usuários em suas páginas. Ou se interage com os amigos ou se interage com uma marca. De conversa em conversa, Facebook vai fazendo valer a sua voz.  

terça-feira, 14 de junho de 2011

Os Seminovos

Essa semana deparei-me com uma publicidade super-interessante da TIM feita pela banda Seminovos. A estória desse grupo de jovens irreverentes é um exemplo do poder da Internet. Eles fizeram um vídeo irônico sobre a dificuldade e melancolia de não poderem ter um iPhone. Depois disso, foram contatados pela TIM que os propuseram de fazer uma versão adaptada, o que deu origem ao segundo vídeo. São as oportunidades da web aparecendo. Muito bacana a situação, mas iPhone a R$ 999,00 com os planos da TIM de banda larga (mais para estreita) é dureza!


terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Salve o Tibet!


A febre dos sites de compra coletiva não para de aumentar. Aqui no Brasil diariamente surgem novos. Para os que ainda não conhecem a ideia, trata-se de sites que conseguem promoções na aquisição de produtos feita por um grupo de pessoas. Exemplos desses sites são obônus, barato coletivo, Peixe Urbano, clickon.

Groupon http://www.groupon.com.br, o mais poderoso deles no mundo, já está tão forte que se deu ao luxo de encaixar uma propaganda durante o maior evento esportivo dos EUA, a final do campeonato americano de futebol americano, o Super Bowl. A corrida para ter um espaço publicitário lá é algo compreensível. Poucos eventos chamam tanta atenção do público que, mesmo em crise, é o maior comprador do planeta.

O grande problema é que Groupon não poderia s ter chutado tão para fora como fez. Montou uma campanha baseada nos perigos que corre a cultura tibetana, mas somente com o objetivo de dizer que era possível se servir de comida tibetana em Chicago por 70% do preço normal (caso os usuários acessasem o site, é claro).

As conseqüências à Groupon não têm sido nada boas. Uma chuva de comentários negativos começou a cair inclusive com campanhas para que se compre do concorrente. Groupon não deu muito o braço a torcer, mas reconheceu que faltou deixar claro na propaganda que parte do valor arrecadado com as compras do restaurante iriam para uma campanha de solidariedade ao Tibete. Acredite se quiser!



terça-feira, 18 de maio de 2010

Financiamento Público para Times de Futebol: Quando Propaganda e Publicidade Não Convergem

Novamente o tema do financiamento público para times de futebol é a bola da vez.  O jornal O Povo apurou, a partir do portal da transparência do Tribunal de Contas dos Municípios (TCM), números alarmantes. Prefeituras que investiram mais de 1 milhão de reais em times profissionais que disputam o campeonato cearense de futebol. Já tinha escrito sobre assunto em outras oportunidades. É decididamente uma das coisas que me deixa inconformado.

Há um rol de razões para que isso não seja aceito pela sociedade. Desde o uso irregular das verbas, visto que abre possibilidades para desvios, até o fato de que acaba servindo para promoção individual de dirigentes (envolvidos com políticos ou com intenções eleitoreiras).  Sem me deter nas anteriores, outra causa que me desagrada sobremaneira é o fato de que há aqui um claro exemplo de incompreensão do que significa publicidade.

Refiro-me ao termo publicidade no sentido de tornar uma informação pública. Os governos possuem verba para publicidade (e é bom que as tenham.) O objetivo é de informar à sociedade sobre as ações realizadas com o dinheiro público. Trata-se de uma obrigação. Infelizmente, o que se vê hoje me dia é uma deturpação desse conceito. Os governantes fazem muito mais propaganda do que publicidade. Fazem-na quase sempre com fins de auto-promoção. 

Senão vejamos. Que tipo de publicidade faz um governante ao patrocinar a exposição da marca da sua Prefeitura na camisa de jogadores de Futebol? Que ações estão sendo publicizadas? Eu diria mesmo que é um tiro no pé. Está se publicizando a ação de propaganda de uma marca. A marca da Prefeitura ?! Isso tem sentido? 

O argumento dos governantes é de que todos fazem e é impossível não continuar. Bem, depois de Lula esse argumento ficou banalizado. Sem mais comentários.

Ressalto, como fiz nos textos anteriores, que não estou a dizer que não é papel dos Governos apoiar o esporte e, em particular, o esporte profissional. Mas as formas devem ser outras. Há, por exemplo, que se fornecer uma infra-estrutura correta e digna que dê acesso aos cidadãos apreciadores do esporte e contribuintes de impostos. O esporte como instrumento educativo também merece todo o apoio. Sugeri várias vezes que o dinheiro público fosse usado na criação de parcerias das escolinhas de futebol dos clubes com as escolas. Isso sim é de interesse público. Espero que o alerta do Jornal acorde os órgãos competentes e, principalmente, a sociedade cearense.





quinta-feira, 25 de março de 2010

Tenis e Cerveja: Para rir

Semana passada mencionei o vídeo da Devassa com Paris Hilton. Hoje, publico um outro vídeo publicitário sobre cerveja. Bem menos devasso, é verdade, mas muito criativo.

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Insatisfação no Trabalho

Quem não passou por aquela situação desgastante de desmotivação no trabalho? Os outros empregos sempre nos parecem melhores do que o nosso. A publicidade abaixo que me foi introduzida por Plínio que a postou em seu blog é uma forma muitíssimo bem humorada para nos mostrar o quanto podemos ser ingratos com nosso destino profissional. Vale a pena uma olhadinha (un coup d’oeil como dizem os franceses). Agora, por via das dúvidas, nada como um fim de semana que se aproxima.

terça-feira, 19 de maio de 2009

Mastercard e Crowdsourcing

Tenho escrito frequentemente sobre crowdsourcing (veja aqui para uma definição mais detalhada) que consiste da produção de serviço feita de foram colaborativa e voluntária. Uma lista de exemplos de iniciativas desse tipo pode se consultada aqui. Um dos exemplos mais marcantes e emblemáticos de crowdsourcing é a campanha da Mastercard “O que não tem preço para você”. A idéia, iniciada em 2008, visava induzir a comunicação direta com o cliente. As pessoas podiam enviar para a companhia um vídeo contendo sua estória em que diziam o que consideravam sem preço. A participação levava-os a obter prêmios diversos e o maior deles era a possibilidade de ter a estória como tema da propaganda. Mais de 60.000 estórias foram enviadas e cerca de 40 milhões de visitas ao site já ocorreram após o início da campanha. Esses resultados não são surpresa se considerarmos os números da última pesquisa da Deloitte sobre o uso das mídias eletrônicas. 44% das pessoas que assiste TV, o fazem concomitantemente com a Web. A interação com a televisão através da web é cada vez mas realidade. Veja um dos vídeos premiados abaixo.

terça-feira, 12 de maio de 2009

Abusos Publicitários

Já há algum tempo pude observar a mudança de paradigma nos comerciais de televisão. Ao invés de anunciarem as características positivas de seus produtos, preferem associar a imagem da marca a um valor moral ou uma celebridade. Normalmente são filmes que buscam emocionar o telespectador. Embora haja muita coisa bem produzida, muitas são as vezes em que a associação da imagem da Empresa com amor, nostalgia, felicidade, coragem, etc. chega a ser ridícula. Em especial, as propagandas de Bancos para os dias das mães me passaram uma idéia de falsidade sem tamanho. Parece mais com uma propaganda de uma instituição de caridade do que de instituição financeira (tão emblemática de uma sociedade capitalista). As propagandas de bebidas alcoólicas então abusam desse tipo de estratégia. Muitas vezes passam da conta. Por exemplo, a Brahma recentemente fez Ronaldo dizer que era Brahmeiro (vejam no vídeo abaixo). Caso explícito de incentivo ao uso de bebida alcoólica. Teve que imediatamente mudar para que o artilheiro falasse “sou guerreiro”: a versão que passa atualmente na TV. O mais interessante é que quem denunciou a má postura da Brahma foi a concorrete Schin. Será que ela estava preocupada com as criancinhas fãs do Ronaldo?!

quinta-feira, 2 de abril de 2009

Le Foot Transparent

L’Équipe Magazine é uma revista que, aos sábados, acompanha o jornal esportivo francês L’Équipe (na minha opinião, uma das melhores publicações esportivas mundiais). Seu número de 14 de Março traz uma reportagem interessantíssima sobre a Liga Francesa de Futebol (Ligue Française de Football). Cabe a ela a gestão da primeira e segunda divisão francesa ( L1, para primeira divisão e L2 para segunda), o que equivale às nossas séries A e B do Brasileirão. Pela matéria dá para perceber diferenças evidentes, em termos de organização, entre a L1 e a nossa série A. A matéria do L ‘Équipe que se entitula “Combien ça coûte, la L1?” (quanto Custa a L1?) esmiúça todas as receitas e despesas da L1, num exemplo formidável tanto de transparência de gestão quanto de jornalismo qualificado que fornece ao leitor instrumentos precisos para compreender como o dinheiro é usado no esporte profissional e que mesmo ser ter subvenções públicas, pela sua dimensão popular, tem a obrigação de ser transparente com o cliente. Vamos a alguns números para compreender o nível de detalhe que se pode ter da contabilidade da L1. A L1 é um quinto campeonato europeu em termos econômicos com € 972 milhões de orçamento. Os ingleses tem o Foot mais rico do mundo com € 2,273 bilhões, seguidos por Alemanha €1,38, Espanha €1,32 e Itália €1,16. O preço médio do ingresso na Inglaterra é €61,00, enquanto que na França é €17,00. Os direitos de transmissão dos jogos dessa temporada na L1 rendem 680 Milhões de euros. Desse dinheiro metade é dividido igualmente e a outra metade é dividida segundo a notoriedade da equipe (20%) e pela performance esportiva (30%). O Lyon ganha €43,9 milhões enquanto que o Metz, o que ganha menos, recebe €13,74. O salário mínimo de um jogador da L1 é de €2.740,00 no primeiro ano, €3.425,00 no segundo ano e €4.110,00 no terceiro ano. O bicho mínimo por jogo também é regulamentado. Vitória vale pelo menos €274,00. O salário médio dos jogadores é de €47.700,00. Os treinadores fazem um capítulo à parte. Eles têm salário mínimo de €17.536,00 e não podem ser contratados por menos de dois anos. Se o clube quiser colocar o técnico para fora antes disso, terá que pagar os dois anos. Os salários de jogadores e treinadores constituem em média 64% do orçamento dos clubes (na Alemanha é só 45%). Pode-se saber detalhadamente quanto de cada ingresso vai para onde. Por exemplo, em um jogo onde o ingresso médio é €17,00, €8,00 vão para os salários dos jogadores, €1,25 para a comissão técnica, €1,25 para os empregados do clube, €0,70 de impostos, €0,50 para a organização do jogo, €0,40 para os agentes dos jogadores, €0,50 para material esportivo €3,90 para outras despesas como segurança, publicidade, etc.). O futebol francês é um negócio que gera cerca de € 505 milhões de impostos e taxas aos cofres públicos por ano. Desse dinheiro, cerca de 6% (€ 32,5 milhões) são obrigatoriamente destinados a outros esportes (amadores). Para não dizer que não há nenhum dinheiro público na L1, há algumas prefeituras que apóiam os times, mas isso não passa 3% do orçamento dos mesmos. Agora a parte que achei mais interessante é a que se refere a Segurança Pública nos estádios e arredores. A L1 paga cada centavo de policial usado para fazer a segurança dos jogos. Inclusive um valor de férias dos policiais proporcional o quanto eles trabalharam. Em um jogo de risco, paga-se em média à prefeitura a bagatela de € 60.000,00 pela Segurança. A matéria do L’Équipe é ainda enriquecida com algumas análises da produtividade dos times em termos de orçamento que possuem e gols que marcaram, por exemplo. Nesse momento em que a série B está em disputa entre Liga e CBF, seria muito bom que tivéssemos a possibilidade de saber quanto custa a série A e B do Brasileirão nesse nível de detalhe. Quem se atreve a pesquisar?


quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Prefeitura Patrocina Times de Futebol ?!

Já havia escrito sobre como considero absurdo o investimento direto de governos em times de futebol profissional. Lamento enormemente, quando percebo que os nossos atuais governantes não pensam como eu e continuam realizando iniciativas nessa direção. Li semana passada no Diário do Nordeste que agora era a vez da Prefeitura de Fortaleza repassar dinheiro aos três times grandes de futebol da cidade: Fortaleza, Ceará e Ferroviário. Não quero nem entrar no mérito dos critérios usados para escolher esses times e não outros, até porque acho que não é esse o ponto problemático. Meu argumento principal é que não considero que seja papel do poder público financiar times de futebol. Enquanto se pensa em dar dinheiro para os times, estamos vendo um Castelão as quedas e que se tornou uma eterna obra inacabada. A última reforma que visava transformá-lo em um estádio de “primeiro mundo” tornou-se um pesadelo. O Presidente Vargas, nosso querido PV, que é responsabilidade da prefeitura de Fortaleza (para não ficar só na responsabilidade do Estado) está parado há mais de um ano sob uma profunda inoperância administrativa incompreensível e raramente vista. Evidentemente, que não estou a dizer que não é papel dos Governos apoiar o esporte e, em particular, o esporte profissional. Mas as formas devem ser outras. Há que se fornecer uma infra-estrutura correta e digna para os cidadãos apreciadores do esporte e contribuintes de impostos. Nada parecido com o que aconteceu no último domingo, no Castelão, que não teve ônibus suficiente para os torcedores voltarem do clássico Fortaleza x Ceará. Além de cuidar da infra-estrutura básica das praças esportivas com provimento de vias de acesso, estacionamento e segurança, devem-se intensificar as medidas sociais de promoção do esporte entre os jovens. Financiar escolinhas de futebol em bairros onde a juventude tem pouca perspectiva de emprego é uma estratégia essencial. São nessas vulnerabilidades onde o poder público deve agir. É aqui que os investimentos têm que ser feitos. Vale ainda ressaltar o seguinte. Na notícia do Diário do Nordeste, dizia-se que a Prefeitura iria patrocinar os times em troca de um espaço de “propaganda” na camisa dos times. Ou seja, merchandising da imagem da prefeitura. Mas é para isso que nossos impostos são usados? Compreendo que exista verba de publicidade a serem usados pelos governos, porque a comunicação das ações de governos com o cidadão é necessária. Agora, vender a imagem da Prefeitura, é demais! Já basta o Governo do Estado. Espero que o Ministério Público esteja atento.

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Propagandas no Google Maps

Sempre me perguntam onde a Google ganha dinheiro. Principalmente quando ficam surpresas com o fato de usamos o Google Maps em WikiCrimes de graça. Quando respondo que preferencialmente vem de publicidades, as pessoas custam a acreditar. Bem, para ser mais convincente, recorro ao recente estudo da ComScore, especializada em pesquisas sobre acessos à sites na web. Nesse estudo verificou-se que o número de visitantes que acessaram o Google Maps somente em agosto desse ano foi de 131 milhões. Esses visitantes consultaram ao todo 1,3 bilhões de páginas. Dá para entender porque uma das maiores preocupações da Google é encontrar onde colocar publicidade e ainda por cima fazê-la aparecer em momentos oportunos. Vejam abaixo uma foto do Google Maps com pequenas publicidades que aparecem quando se faz uma busca New York City Hotels. Quase não dá para ler, mas com essa quantidade de visitantes, não precisa de muito, não?

terça-feira, 8 de julho de 2008

Interatividade, Mobilidade e Propaganda

Recebi uma dica do blog do Leonardo Ayres (http://leoayres.blogspot.com/) que achei interessantíssima. Um site que lança um novo modelo de fazer publicidade. Creio ser um inédito. Nunca tinha visto nada igual. Trata-se de um filme publicitário que apresenta um cenário em que há interação do usuário com a web e com o celular. Não vou dizer nada mais, confira clicando aqui.

terça-feira, 9 de outubro de 2007

Mac x PC

Para os conhecedores do MacIntosh e das diferenças que ele tem em relação a um PC, vejam esse vídeo com várias publicidades em que esses divertidos personagens são mostrados. Uma das mais criativas campanhas publicitárias sobre a questão tecnológica. O PC é mostrado de uma forma super careta e pouco inteligente. O Mac é mostrado de uma forma casual (despojada), jovem e inteligente. É covardia, mas é bem engraçado. Até Giselle Bunchen foi chamada a participar.