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segunda-feira, 9 de maio de 2011

Apple: A Marca Mais Valiosa do Mundo


A última pesquisa da BrandsZ mostra que a Apple desbancou a Google como a marca mais valiosa do mundo. A maçã está valendo nada mais nada menos do que U$ 153 bilhões. Sem dúvida que a qualidade dos produtos e o poder de inovação da empresa são os responsáveis por este sucesso. Depois da reinvenção da forma como se escuta música com o iPod até a reinvenção da forma como navegar na web com iPad, a Apple não para de crescer.

O que é mais extraordinário, no entanto, é a forma como a Apple tem revolucionado o modelo de negócios dos conteúdos digitais e de seus próprios produtos. Ao invés de correr na busca de redução de preços e barateamento de seus componentes, a Apple está sempre inovando, gerando mais desejo e consequentemente cobrando mais.

Seus produtos não são os mais baratos em nenhum nicho. O micro da Apple é mais caro do que um correspondente concorrente, o ipod igualmente, o ipad também. Enfim, os consumidores pagam mais caro pela marca. O diretor da pesquisa BrandZ disse que a Apple se compara às marcas que vendem produtos de luxo como perfumes, artigos de couro, etc. Nesse contexto quanto maior o preço, maior o desejo do consumidor em ter o bem. Esse ciclo vai se retroalimentando e a Apple vai vendendo.

Entre as 10 primeiras marcas, seis são de informática e telecomunicação. A Google é a segunda, IBM a terceira e Microsoft a quinta. Digno de menção é a posição da China mobile que já está em nono. Facebook só está em 35 e perde para Baidu a empresa do concorrente da Google na China que está em 29.

MacDonalds é a primeira que não é da área e aparece em quarto lugar. Consegue se reinventar porque os chineses descobriram o fastfood. MacDonalds adaptou seu cardápio e vende como chuchu. Vejam o estudo complete aqui.

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Meu Primeiro iPad


Estou usando um iPad há cerca de quinze dias. Comprei-o no Chile onde o preço é aproximadamente 30% mais baixo do que aqui. Minha primeira sensação não foi tão impactante como a que tive quando comecei a  usar o iPhone. Talvez porque não seja um usuário típico de Tablets como iPad. Esses equipamentos são fantásticos para navegar na Web, mas não tanto para produzir conteúdo. Produzo muito texto diariamente e essa atividade, decididamente, não é o ponto forte desse tipo de equipamento. Além disso, ainda não achei um bom editor de texto. Outro ponto negativo é o fato de que sites em flash (software da Adobe) não rodam no iPad. Já sabia que isso era assim no iPhone, mas no iPad essa limitação incomoda mais ainda.

Mas os pontos negativos não me fazem de todo desgostoso. Na verdade, com o uso e a descoberta de aplicativos diversos (quase sempre grátis), o entusiasmo com o iPad aumenta. A versão do DropBox (www.dropbox.com), por exemplo,  é muito boa. Permite o acesso aos arquivos que estão nos outros micros via um espaço compartilhado nas “nuvens” (armazenamento na web). O backup e recuperação de textos que tenho no iMac e no Macbook são naturais.

Versões do Twitter, Youtube e jornais diversos também já estão com suas apps no iPad. Agora o que mais gostei mesmo foi o FlipBoard. Com ele o acesso ao Twitter, Facebook e outros é feito de forma super amigável em um formato de revista digital. Vejam o vídeo abaixo para compreender melhor como ele funciona. É o tipo de aplicação que tem o tablet como nicho.

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

WikiCrimes Mobile no iPhone


Mais uma grande novidade em WikiCrimes. Lançamos a versão do “Aqui é perigoso?” para iPhones. Desta feita, trata-de obra iniciada por Lucas Mouras e concretizada por Daniel Macedo, dois alunos da graduação em informática da UNIFOR.

Para instalá-lo, basta de seu iPhone, acessar a App Store, fazer a busca por WikiCrimes e solicitar a sua instalação. O aplicativo é bem simples de usar. Basta acionar o botão que representa a pergunta “Aqui é Perigoso?”. A resposta é a visualização no mapa do local onde a pessoa se encontra (pelo GPS do celular) e um conjunto de alfinetes indicando os crimes ocorridos no local considerando-se um círculo de raio a ser configurado. WikiCrimes faz ainda um cálculo comparativo de quanto a área circulada é perigosa em relação a uma área de cerca de dez vezes maior. 

Baixem em seus telefones, usem WikiCrimes e nos dêem feedback do que acham.


terça-feira, 14 de abril de 2009

Aplicações para o iPhone

Uma das maiores críticas que se faz ao iPhone deve-se ao fato que ele não é considerado bom para atividades de escritório. Ou seja, ele não é muito como um Palm Top. Isso acontece muito em função da inexistência de teclado que muitos acreditam ser seu grande problema. Seus concorrentes como o Black Barry apostam nessa característica como diferencial competitivo. Evidentemente que a Apple não vai ficar quietinha e concordar com isso. Vejam o vídeo abaixo. A aposta da Apple é de que haverá (na verdade, já existem) aplicações para quase tudo que se quer fazer em um ambiente de escritório. O que defende a Apple é que a inexistência de um teclado vai reformular os meios de interação com o telefone. A aposta é grande, mas o apostador tem cacife. Admito que torço pela aposta da Apple, pois eu, se for depender de interações efetuadas em pequenos teclados de telefones celulares, não vou a lugar nenhum.

terça-feira, 15 de julho de 2008

iPhone Foi Lançado. A Concorrência Resiste

Infelizmente ainda não será agora que teremos iPhone da Apple no Brasil. O primeiro país da América Latina a receber o iPhone 3G é o México (pela Telcel). Vi no UOL que o lançamento no Brasil só será no segundo semestre. Lembrando que o iPhone 3G combina todas as revolucionárias características do iPhone e as vantagens da tecnologia de terceira geração sendo assim bem mais veloz. Já me expressei o quanto acho Jobs genial. Consegue fazer emergir nas pessoas o desejo de ter um produto que é acima de tudo, lindo (leia aqui e aqui outros textos que escrevi sobre Steve Jobs e a Apple). No entanto, o lançamento nos EUA na sexta foi caótico. A rede da AT&T (companhia que detém exclusividade de transmissão em iPhones) não funcionou imediatamente na hora das vendas o que provocou muita frustração. De qualquer forma, não tenho dúvidas do sucesso do iPhone. Agora, a concorrência vai vender caro cada espaço perdido no mercado vai. Vejam abaixo esse divertido vídeo que parodia a propaganda em que a Apple se compara com a Microsoft. Nele faz-se uma comparação do iPhone com um telefone convencional justamente para enfatizar as deficiências do fone da Apple. Mostra-se especialmente a carência do iPhone em tirar fotos (câmera que só tem 2Mpixels) e realizar vídeos (inexistente). É criativo.

quarta-feira, 11 de junho de 2008

iPhone 3G em 11 de Julho

A revolução Mobile Web 2.0 está em curso. 11 de Julho será o dia em que o novo iPhone estará sendo vendido em mais de 70 países. Steven Jobs anunciou na conferencia mundial de desenvolvedores da Apple na semana passada. As características novas vão desde o aspecto estético até a questão da performance de transmissão de dados e de tempo de autonomia. No entanto, o que considero mais relevante é a inclusão do GPS. Abre definitivamente o caminho para aplicações baseadas na localização das pessoas que, em conjunto com as ferramentas de participação, vão fazer detonar a Web 2.0 Mobile. Vou falar sobre isso em mais detalhes no futuro. Por enquanto, vejam o vídeo de divulgação de Jobs. Ah, ia esquecendo um “pequeno” detalhe: somente por U$ 199,00!

terça-feira, 11 de setembro de 2007

Novos Lançamentos da Apple

Já mencionei em textos anteriores o quanto Steve Jobs, chairman da Apple, é admirado nos EUA por sua postura inovadora e empreendedora. Na semana passada ele fez o lançamento dos novos modelos do I-pod e de outras novidade da Apple. Toda apresentação dele é surpreendente e chama enorme atenção da mídia. Não é para menos. Os números do I-pod e do software I-tunes são extraordinários. O I-tunes é um software que permite fazer compra de músicas pela Internet e baixá-las diretamente no I-pod. É uma espécie de discoteca virtual que começou com cerca de 200 mil músicas e que hoje já são mais de seis milhões! Há de tudo que se queira. É uma pena que no Brasil ainda seja impossível comprar com o I-tunes(somente 26 países são atendidos pelo serviço). O I-tunes nos EUA só vende menos do que o Wal-Mart e a Best Buy. Até a Amazon ficou para trás. Jobs apostou na idéia de que a melhor forma para combater a pirataria de downloads de músicas e filmes na Internet era um modelo de negócios onde a compra das músicas deveria ser feita de forma fácil, flexível e com baixo custo. Foi isso que ele fez. Com o I-tunes, pode-se pesquisar a música que se deseja, escutá-la e comprá-la facilmente, bastando estar na Internet para isso. Uma música custa em torno de U$1,00. Ele apostou na idéia de que discos saem caro, pois normalmente só se gosta de uma ou duas músicas, mas se é obrigado a comprar o disco todo. Com I-tunes só se paga pela música que se quer e assim pode-se “customizar” um disco com músicas diversas. Dentre as novidades que ele anunciou na semana passada, chamou-me a atenção a inclusão de um modem wifi(sem fio) no I-pod para acesso a Internet. Aliado a isso, ele anunciou uma parceria com a rede de café Starbucks. (uma espécie de McDonalds do café. Está em todo canto das grandes cidades americanas). Será possível acessar a Internet de dentro de um Starbucks para fazer acesso ao I-tunes de graça. Ele agora aposta no conceito “ compre o que está escutando”. Ou seja, a pessoa chega no Starbucks para tomar um cafezinho, escuta uma música que está tocando no ambiente, e já compra-a imediatamente pelo I-pod. Tudo feito para que você gaste seu dinheiro sem fazer nenhuma força. Nisso os americanos são imbatíveis! Clique aqui para ter uma descrição detalhada do que ele anda propondo.

terça-feira, 3 de julho de 2007

As Mil e Uma Utilidades do Iphone


A genialidade de Steve Jobs para empreender já foi comentada neste blog. Sua mais recente aposta é o telefone celular iPhone que teve lançamento no mercado americano na semana passada. Um lançamento, diga-se de passagem, bem concorrido. Ao lado posto uma figura de uma pessoa que conseguiu comprá-lo, mostrando-o como um troféu. Há uma grande expectativa de que este telefone venha revolucionar o mercado por ter, dentre outras novidades, uma nova interface de interação. Esta divertida publicidade do iPhone mostra que as mil e uma maravilhas esperadas no seu lançamento não tem limites e podem ser o maior inimigo do sucesso do empreendimento.

terça-feira, 19 de junho de 2007

Apple e a Arte da Inovação

Talvez aqui no Brasil não se sinta tão claramente, como no resto do mundo, os efeitos dos produtos Apple. Primeiramente, ela lançou um micro que quase não chegou ao Brasil: o Macintosh. Inicialmente, surgido na época de reserva de mercado, ele nunca conseguiu recuperar o terreno perdido. Os produtos Apple se caracterizam pela qualidade estética e suas interfaces de interação amigáveis. Outro detalhe importante, os produtos Apple são mais caros do que os PCs, mas quem conhece os dois mundos é unânime em afirmar que o Mac é muito mais agradável e fácil de usar. A revolução Ipod também tem chegado devagar ao Brasil e muitas pessoas que possuem um tocador de músicas MP3, compraram de outra marca e não o original Ipod da Apple. Novamente a questão do preço do produto deve ter sido relevante. O mais novo lançamento da Apple, o telefone Iphone, e que muitos acreditam será um novo grande sucesso, talvez custe ao chegar no Brasil e quando chegar certamente terá preço bem salgado. Nesse contexto fica difícil compreender o quanto a imagem da Apple é reconhecida mundialmente como o grande símbolo de uma Empresa Inovadora. Mas é exatamente isso que ocorre atualmente. Para se ter uma idéia disso, basta dar uma lida no hebdomadário The Economist que, soube pelo blog do Renato Cruz, dedicou sua reportagem de capa desta semana a Apple e a compreensão dos fatores que a fazem inovadora. Em resumo, a revista considera que os fatores de sucesso da Apple estão ligados ao fato de que i) comprou boas idéias e criou uma grande rede de inovação com parceiros externos; ii) desenvolveu produtos que buscaram a simplicidade; iii) não ficou obcecada por pesquisas de mercado, pois percebeu que o consumidor sabe dizer o que quer hoje mas não o que vai querer amanhã e; iv) aprendeu com os próprios erros, tolerando-os e evoluindo as idéias. Certamente, esses conceitos gerais talvez não sejam os únicos a serem considerados, mas são um bom indicador de como pensar em inovação. Particularmente, acho que há outro fator importantíssimo no processo criativo e inovador da Apple: o próprio Steve Jobs. Difícil dissociar o sucesso da Empresa de Jobs da sua forma empreendedora de ver os negócios. Quando estava na Califórnia, conversei com um amigo que tinha trabalhado na Apple que me disse que não era fácil trabalhar com Jobs. Ele era obcecado por qualidade. Participa ativamente de todos os projetos da Empresa e todos os produtos têm sua contribuição. Ele descobriu mais cedo do que os competidores que há um aspecto fundamental em um produto ou serviço e que embebeda o consumidor: o aspecto estético. Todos os produtos Apple possuem o algo mais que provoca amor a primeira vista. Os americanos chamam isso de fator Wow! (Uau!) referindo-se a expressão de espanto e entusiasmo quando o consumidor vê o produto e gosta. Isso já era antigo para grande parte da indústria, mas no setor de tecnologia nunca tinha sido levado tão a sério como Jobs tem feito. Uma leitura sobre o aspecto emocional do usuário quando acessando um serviço ou produto pode ser visto no livro Emotional Design de Dan Norman (clique aqui se quiser mais detalhes sobre o livro). Para acessar a matéria diretamente no site do The Economist clique aqui )

terça-feira, 5 de junho de 2007

Steve Jobs em Stanford

Steve Jobs é o fundador da Apple (a companhia do Macintosh e do Ipod, somente para mencionar alguns de seus produtos). Ele personifica exemplarmente o espírito empreendedor do Vale do Silício. A Apple tem se demarcado pela capacidade de inovar e de se superar quando enfrenta momentos difíceis. O que é interessante é que a competição entre Apple e Microsoft, é muitas vezes representada como uma competição entre Jobs e Bill Gates. Recebi recentemente de meu aluno Carlos Gustavo um discurso de Jobs numa cerimônia de colação de grau em Stanford. Postarei o discurso em dois vídeos. Achei o discurso um pouco melodramático e demasiadamente eclético. Mas é impossível reconhecer o valor de Jobs e suas palavras têm o peso de quem fez e tem feito acontecer. Em seu discurso, ele apela sempre que possível para o sentimento empreendedor que é a marca de Stanford e do Vale do Silício. Não deixa de dar uma alfinetada na concorrência dizendo que sem as idéias da Apple poderíamos não ter tido os computadores de hoje. O que mais gostei no discurso é quando admite que não conseguia ver razão em algumas coisas que precisava estudar quando estava na Universidade, mas, depois, com experiência, foi conseguindo “ligar os pontos”. Vejam os vídeos legendados abaixo e cheguem a sua conclusão.

Parte 1


Parte 2