Siga-me no Twitter em @vascofurtado
Mostrando postagens com marcador Microsoft. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Microsoft. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

A Filantropia de Bill Gates

Existem muitas pessoas no mundo que dedicam tempo para ajudar aos mais necessitados. Médicos e enfermeiros de organizações como Médecins Sans Frontièrs http://www.msf.org/ (Médicos sem fronteiras) são exemplos de trabalhadores humanitários que se esforçam mundo afora para melhorar as condições de vida das pessoas, em especial em países do terceiro mundo. A filantropia é outra forma comum de apoiar causas humanitárias e é bem difundida, particularmente nos Estados Unidos. A pesquisa científica na área médica, por exemplo, é fortemente subsidiada por fundações privadas, normalmente, criadas por celebridades. Bill Gates, o fundador da Microsoft e um dos homens mais ricos do mundo, é nos dias atuais a estrela mundial da filantropia. Ele aposentou-se da Empresa e decidiu empregar todas as suas energias na sua Fundação e no trabalho filantrópico. Diferentemente, da maioria das celebridades que apóia as pesquisas contra câncer, AIDS e outras doenças globais, Bil Gates inova. Nesse vídeo abaixo, em que ele palestra no TED, uma conferencia sobre empreendedores e inovadores globais, pode-se conhecer seus dois projetos prioritários: combater mosquitos como os que transmitem a malária e aumentar a qualidade dos professores de ensino básico e médio. A malária é uma das doenças que mais mata no mundo e exemplifica muito bem a perversa lógica da pesquisa científica privada que se orienta pelo retorno do investimento. Trata-se de uma doença que está erradicada nos países ricos e que aflige somente às populações do terceiro mundo. A conseqüência disso é que não há dinheiro para o desenvolvimento de pesquisas científicas para resolver esse problema, pois as drogas produzidas não trarão lucro aos grandes laboratórios farmacêuticos. Para exemplificar essa situação, ele mostra que existe no mundo mais investimento em pesquisas para encontrar drogas contra a calvice do que contra a malária. Na sua palestra, fez graça ao soltar uns mosquitinhos na platéia (não infectados, é claro!) dizendo que não havia razão para somente os pobres conhecerem a experiência de serem picados por mosquitos. Outra prioridade da Fundação Bill Gates é a busca pela melhoria dos professores. Aqui, quero enfatizar que o termo que ele é usa é professor mesmo (embora evidentemente a melhoria do ensino-aprendizagem seja uma conseqüência da melhoria dos professores). Ele acredita que está fundamentalmente nos professores a chave para a melhoria do ensino. Suportado por dados que mostram a diferença entre professores de escolas americanas de alta qualidade e aqueles de baixa qualidade, Gates diz que é preciso transformar a forma de ensinar. Para começar, ele sugere que a forma de premiar os professores mude. Tradicionalmente, os professores são premiados por antiguidade e título. Em suas pesquisas, evidenciou-se que, nas escolas de alto nível americanas, esses dois fatores não estão diretamente correlacionados com a qualidade dos melhores professores. Vejam o vídeo (em inglês) para compreender mais o que Gates planeja. Nele pode-se ver seu entusiasmo na nova função de bom moço. Gates é muito novo, tem muito dinheiro e é muito inteligente. Se tiver notoriedade por suas ações filantrópicas comparável com a que teve com a Microsoft, a humanidade sairá ganhando.

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

The Moment em 3D com CNN e Microsoft

A posse de Obama, que os americanos chamam de Inauguration Day além de estar sendo esperada ansiosamente no mundo todo, está aguçando a criatividade dos americanos. Vejam só o que a CNN lançou em seu site para registrar The Moment (hora em que Obama vai estar com a mão em cima da bíblia usada por Lincoln fazendo seu juramento). A rede de TV americana está solicitando que os espectadores presentes tirem fotos e as enviem para seu site. O objetivo é compor um painel em 3D usando o software PhotoSynth da Microsoft. Esse software cria espaços 3Ds a partir de fotos em duas dimensões tiradas a partir de diferentes ângulos. Quanto mais fotos em diferentes ângulos,mais qualidade o espaço 3D possuirá. Por isso, da idéia da CNN de construir o espaço colaborativamente com os espectadores. Você pode usar o software ao clicar aqui (só em Internet Explorer). Vejam como funciona a tecnologia da Microsoft no vídeo abaixo.

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

Google Chrome: O Avanço Continua

Nem bem mencionei o lançamento de Ubiquity dos laboratórios Mozzila lá vem a Google com algo na mesma direção para tirar a atenção. Acabou de lançar um navegador que batizou de Chrome (faça o download aqui) e, como tudo produzido pela companhia, mereceu muita atenção. Não tenho tanta certeza de que ao lançar um navegador, a Google mira exclusivamente a Microsoft. Tenho a impressão que o Firefox tinha tudo para se tornar em breve o navegador padrão no mundo. Não é a toa que a Google escolheu desenvolver seu navegador em plataforma livre e em código aberto, tal como o Firefox. Baixei Chrome e já o testei com WikiCrimes (aliás, WikiCrimes é um bom testbed, pois é bem pesadinho) e ele é realmente muito mais rápido do que o Internet Explorer (nenhuma novidade) e a primeira vista aparenta ser mais rápido do que o Firefox também. Não posso afirmar categoricamente que ele é mais eficiente, mas a existência de uma máquina virtual Java 8 parece ser sua força. Possui ainda uma série de melhorias em termos de interface que visam facilitar a "experiência do usuário" (termo usado pelo vice-presidente da Empresa)com a Web. Outra coisa digna de se notar é o quanto o mercado de inovações na web está ativo. Já tinha noticiado Cuil (clique aqui), Open search (clique aqui) da Yahoo e Ubiquity (clique aqui) em um espaço menor de dois meses. A grande pergunta não é mais quem vai lançar algo novo,mas sim, quem vai conseguir fazer pegar sua novidade. Percebo que minhas reflexões sobre até quando a Google conseguirá não ser detestada continuam mais do que nunca em dia (veja o texto com essa reflexão aqui), pois se ela conseguir emplacar tudo que está lançando, vai dominar tudo logo, logo.

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

Ubiquity: Programação Pelo Próprio Usuário

Ubiquity do laboratório Mozilla (desenvolvedora do Firefox) é a primeira proposta impactante na direção da implementação do conceito em end-user programming (programação feita pelo usuário final) e tem sido o grande sucesso dos blogs de TI ao redor do mundo nesses últimos dias. A idéia é prover uma linguagem simples a ser usada pelo próprio usuário no navegador Firefox para a realização de mashups (integração automática de conteúdos vindos de sites diferentes). São vários comandos que permitem mapear (map), fazer traduções (translate), enviar emails (email) e outros mais. Se você quiser saber alguma informação sobre WikiCrimes, por exemplo, basta acionar a barra do Ubiquity, escrever "wikipedia wikicrimes" . O Firefox se ligará imediatamente com o verbete do WikiCrimes na Wikipedia. O vídeo abaixo explica o conceito e fornece exemplos. Uma aposta interessantíssima e que mostra o caráter inovador dessa empresa que gradativamente vai fazendo com que seu navegador se torne um padrão na web desafiando o Internet Explorer. A perfomance de aplicações que rodam no Mozilla já é sem dúvida nenhuma bem melhor no Firefox do que no Explorer (as comparações usando WikiCrimes são surpreendentes). Com as inovações trazidas por Ubiquity, isso tende a aumentar.




segunda-feira, 12 de maio de 2008

Até Quando a Google Conseguirá Não Ser Detestada?

Recentemente escrevi como Bill Gates e a Microsoft tinham se tornado os Srs. de todos os males (veja aqui), os todos poderosos contra quem deveríamos nos insurgir (algo como o poder americano). Afinal, nada como uma luta de David contra Golias, em particular para uma juventude sedenta de ideais. Pois bem, os últimos acontecimentos no mundo dos negócios já dão indicações que Microsoft não é mais tão poderosa como dantes. Google hoje já possui uma força tão impactante que não é mais novidade perceber quem é o “dono do mundo”. Em um artigo no New YorkTimes essa semana Tim O’Reilly (aquele que cunhou o termo web 2.0) foi muito feliz em sua análise. Ele disse que o objetivo estabelecido pela Google hoje de organizar o mundo (em termos de quantidade e capacidade de acesso de informação) é mais ambicioso do que o da Microsoft no começo dos anos 80. Naquela época a Microsoft tinha como objetivo colocar um computador em cada casa (ou mesmo em cada quarto) no mundo. Durante o transcorrer da busca por esse objetivo (que está praticamente concluída) o crescimento da Microsoft foi ocorrendo. Nos dias atuais isso não tem mais sentido e o objetivo da Google passou a ser o que move o mundo virtual. A grande diferença é que a Microsoft caracterizou-se por uma política protecionista, conservadora e calcada na acumulação de capital pela venda de software proprietário e por estratégias monopolistas. A Google não tem essa mesma estratégia e talvez por isso mesmo seja tão poderosa. Ela procura sempre ser politicamente correta. O interessante é que é aí mesmo que ela torna-se mais poderosa. Recentemente, ao fazer um acordo com Yahoo sobre o uso de seu sistema de publicidade, matou dois coelhos com uma só paulada. Dificultou a compra da Yahoo pela Microsoft e ainda pousou de bom moço ao abrir o acesso a um sistema que até então era exclusivo de sua propriedade. Quanto mais promove a abertura de códigos fontes e outras estratégias de disponibilização de serviços gratuitos, mais enfraquece aqueles que vivem da venda de software e mais fortalece seu modelo de negócio (que se baseia na publicidade). O quanto essa estratégia vai mantê-la em crescimento e, principalmente, mantê-la bem vista, é uma grande interrogação.

segunda-feira, 7 de janeiro de 2008

SYNC – Tecnologia da Informação em Automóveis

A associação da Microsoft com a Ford é indicativo do próximo passo da indústria automobilista para os próximos anos. A tendência é agregar softwares inteligentes para fazer uso dos dispositivos digitais que estarão cada vez mais presentes nos carros. Sistemas de reconhecimento de voz para acionamento de comandos em rádios é um desses exemplos. Dispositivos de orientação em mapas através de GPS também serão cada vez mais vistos em carros. Desta forma, inúmeras aplicações de tecnologia da informação que manipulam mapas chegarão em breve aos motoristas. Abaixo, publico duas propagandas da plataforma SYNC da Microsoft que está sendo incorporada a alguns carros da Ford. Recentemente li que a Apple estaria fechando um acordo com a Mercedes Benz nas mesmas condições do acordo Microsoft-Ford. Em breve será comum comprarmos um carro com a expressão “powered by Microsoft” ou “powered by Apple”.



quinta-feira, 21 de junho de 2007

Futurologia da Rede

Interessante como tem surgido vídeos no YouTube que visam prever o futuro da web e dos negócios no mundo virtual. Seguindo a linha do clássico Epic que já mostrei neste blog quando falei da Google(veja novamente clicando aqui), este vídeo tenta prever o que acontecerá em 2050. Enquanto ele ainda está por volta de 2010 ainda dá para acreditar, mas depois disso, é chute extremo. A idéia básica é de que macro fusões existirão como a da Google com a Microsoft e a da Amazon com Yahoo. Avatars, secon life e fim da televisão e da mídia impressa, tudo está no vídeo. Que salada! Mas não deixa de ser bem feito e criativo. Vejam o vídeo clicando na seta abaixo.

terça-feira, 5 de junho de 2007

Steve Jobs em Stanford

Steve Jobs é o fundador da Apple (a companhia do Macintosh e do Ipod, somente para mencionar alguns de seus produtos). Ele personifica exemplarmente o espírito empreendedor do Vale do Silício. A Apple tem se demarcado pela capacidade de inovar e de se superar quando enfrenta momentos difíceis. O que é interessante é que a competição entre Apple e Microsoft, é muitas vezes representada como uma competição entre Jobs e Bill Gates. Recebi recentemente de meu aluno Carlos Gustavo um discurso de Jobs numa cerimônia de colação de grau em Stanford. Postarei o discurso em dois vídeos. Achei o discurso um pouco melodramático e demasiadamente eclético. Mas é impossível reconhecer o valor de Jobs e suas palavras têm o peso de quem fez e tem feito acontecer. Em seu discurso, ele apela sempre que possível para o sentimento empreendedor que é a marca de Stanford e do Vale do Silício. Não deixa de dar uma alfinetada na concorrência dizendo que sem as idéias da Apple poderíamos não ter tido os computadores de hoje. O que mais gostei no discurso é quando admite que não conseguia ver razão em algumas coisas que precisava estudar quando estava na Universidade, mas, depois, com experiência, foi conseguindo “ligar os pontos”. Vejam os vídeos legendados abaixo e cheguem a sua conclusão.

Parte 1


Parte 2