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sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Amy and Jobs

Estamos sempre tendo exemplos do quanto somos insignificantes neste mundo. Neste fim de semana, estava a escutar Amy Winehouse e ao mesmo tempo a ler sobre Steve Jobs.

Desculpem-me os leitores sobre esse texto um pouco depressivo, mas decidi por nessas linhas um pouco do sentimento ao relacionar esse dois monstros. Por nutrir especial admiração pelos dois, lamento por ter perdido Amy e Jobs. Ambos tão jovens.

Numa época de tanto avanço científico é muito frustrante e acima de tudo renega-nos a uma enorme humildade, ver que mesmos os maiores expoentes  diferenciados em suas áreas são impotentes frente aos designíos do destino.

Nunca pensei que a morte de Jobs, anunciada é verdade, me tocasse de forma diferenciada. Não vou aqui falar da vida de Jobs, pois tudo que foi dito e redito na mídia, social ou não, não consegue expressar o que sinto. Não somos exatamente de uma mesma geração. Nove anos nos separam. Tempo que, nesse mundo de inovação tecnológica, faz uma enorme diferença. Mas havia algo em Jobs e na sua trajetória que me atraía. Tinha uma especial identificação com sua obstinação por, como ele dizia, mudar o mundo.

Fez com que os produtos que lançou fossem consumidos com paixão. Algo dificílimo a se conseguir. Quinze anos atrás, quando ainda não era usuário de produtos da Apple, eu notava que os que tinham um Macintosh sentiam algo mais pelo equipamento do que o que se sente por um computador. Havia um orgulho típico de um fã clube. Como alguém pode construir isso em torno de uma marca? É isso que acho genial em Jobs. Bem mais do que a inovação tecnológica em si. Ele conseguiu entender o gosto das pessoas e conquista-las. Conseguiu fazer com que pessoas racionais, agissem de forma quase irracional. Comprassem um computador mais caro, só porque queriam fazer parte  de um clube. Algo como sente aqueles que amam, Woody Allen, adoram Picasso, escutam Amy. Tecnologia e arte se misturam. A beleza que vem da criatividade. 

Hoje escrevo em meu Mac este texto e dedico Amy aos leitores. Sejam bem-vindos ao século XXI. O século da inovação tecnológica e  do progresso cientifico, mas as mortes de jovens celebridades nos relembram o século do romantismo não tão distante. Formas diferentes, mas as mesmas mensagens. Quanta insignificância! Escutemos Amy ao menos enquanto dure.

terça-feira, 15 de julho de 2008

iPhone Foi Lançado. A Concorrência Resiste

Infelizmente ainda não será agora que teremos iPhone da Apple no Brasil. O primeiro país da América Latina a receber o iPhone 3G é o México (pela Telcel). Vi no UOL que o lançamento no Brasil só será no segundo semestre. Lembrando que o iPhone 3G combina todas as revolucionárias características do iPhone e as vantagens da tecnologia de terceira geração sendo assim bem mais veloz. Já me expressei o quanto acho Jobs genial. Consegue fazer emergir nas pessoas o desejo de ter um produto que é acima de tudo, lindo (leia aqui e aqui outros textos que escrevi sobre Steve Jobs e a Apple). No entanto, o lançamento nos EUA na sexta foi caótico. A rede da AT&T (companhia que detém exclusividade de transmissão em iPhones) não funcionou imediatamente na hora das vendas o que provocou muita frustração. De qualquer forma, não tenho dúvidas do sucesso do iPhone. Agora, a concorrência vai vender caro cada espaço perdido no mercado vai. Vejam abaixo esse divertido vídeo que parodia a propaganda em que a Apple se compara com a Microsoft. Nele faz-se uma comparação do iPhone com um telefone convencional justamente para enfatizar as deficiências do fone da Apple. Mostra-se especialmente a carência do iPhone em tirar fotos (câmera que só tem 2Mpixels) e realizar vídeos (inexistente). É criativo.

quarta-feira, 11 de junho de 2008

iPhone 3G em 11 de Julho

A revolução Mobile Web 2.0 está em curso. 11 de Julho será o dia em que o novo iPhone estará sendo vendido em mais de 70 países. Steven Jobs anunciou na conferencia mundial de desenvolvedores da Apple na semana passada. As características novas vão desde o aspecto estético até a questão da performance de transmissão de dados e de tempo de autonomia. No entanto, o que considero mais relevante é a inclusão do GPS. Abre definitivamente o caminho para aplicações baseadas na localização das pessoas que, em conjunto com as ferramentas de participação, vão fazer detonar a Web 2.0 Mobile. Vou falar sobre isso em mais detalhes no futuro. Por enquanto, vejam o vídeo de divulgação de Jobs. Ah, ia esquecendo um “pequeno” detalhe: somente por U$ 199,00!

terça-feira, 11 de setembro de 2007

Novos Lançamentos da Apple

Já mencionei em textos anteriores o quanto Steve Jobs, chairman da Apple, é admirado nos EUA por sua postura inovadora e empreendedora. Na semana passada ele fez o lançamento dos novos modelos do I-pod e de outras novidade da Apple. Toda apresentação dele é surpreendente e chama enorme atenção da mídia. Não é para menos. Os números do I-pod e do software I-tunes são extraordinários. O I-tunes é um software que permite fazer compra de músicas pela Internet e baixá-las diretamente no I-pod. É uma espécie de discoteca virtual que começou com cerca de 200 mil músicas e que hoje já são mais de seis milhões! Há de tudo que se queira. É uma pena que no Brasil ainda seja impossível comprar com o I-tunes(somente 26 países são atendidos pelo serviço). O I-tunes nos EUA só vende menos do que o Wal-Mart e a Best Buy. Até a Amazon ficou para trás. Jobs apostou na idéia de que a melhor forma para combater a pirataria de downloads de músicas e filmes na Internet era um modelo de negócios onde a compra das músicas deveria ser feita de forma fácil, flexível e com baixo custo. Foi isso que ele fez. Com o I-tunes, pode-se pesquisar a música que se deseja, escutá-la e comprá-la facilmente, bastando estar na Internet para isso. Uma música custa em torno de U$1,00. Ele apostou na idéia de que discos saem caro, pois normalmente só se gosta de uma ou duas músicas, mas se é obrigado a comprar o disco todo. Com I-tunes só se paga pela música que se quer e assim pode-se “customizar” um disco com músicas diversas. Dentre as novidades que ele anunciou na semana passada, chamou-me a atenção a inclusão de um modem wifi(sem fio) no I-pod para acesso a Internet. Aliado a isso, ele anunciou uma parceria com a rede de café Starbucks. (uma espécie de McDonalds do café. Está em todo canto das grandes cidades americanas). Será possível acessar a Internet de dentro de um Starbucks para fazer acesso ao I-tunes de graça. Ele agora aposta no conceito “ compre o que está escutando”. Ou seja, a pessoa chega no Starbucks para tomar um cafezinho, escuta uma música que está tocando no ambiente, e já compra-a imediatamente pelo I-pod. Tudo feito para que você gaste seu dinheiro sem fazer nenhuma força. Nisso os americanos são imbatíveis! Clique aqui para ter uma descrição detalhada do que ele anda propondo.

terça-feira, 3 de julho de 2007

As Mil e Uma Utilidades do Iphone


A genialidade de Steve Jobs para empreender já foi comentada neste blog. Sua mais recente aposta é o telefone celular iPhone que teve lançamento no mercado americano na semana passada. Um lançamento, diga-se de passagem, bem concorrido. Ao lado posto uma figura de uma pessoa que conseguiu comprá-lo, mostrando-o como um troféu. Há uma grande expectativa de que este telefone venha revolucionar o mercado por ter, dentre outras novidades, uma nova interface de interação. Esta divertida publicidade do iPhone mostra que as mil e uma maravilhas esperadas no seu lançamento não tem limites e podem ser o maior inimigo do sucesso do empreendimento.

terça-feira, 5 de junho de 2007

Steve Jobs em Stanford

Steve Jobs é o fundador da Apple (a companhia do Macintosh e do Ipod, somente para mencionar alguns de seus produtos). Ele personifica exemplarmente o espírito empreendedor do Vale do Silício. A Apple tem se demarcado pela capacidade de inovar e de se superar quando enfrenta momentos difíceis. O que é interessante é que a competição entre Apple e Microsoft, é muitas vezes representada como uma competição entre Jobs e Bill Gates. Recebi recentemente de meu aluno Carlos Gustavo um discurso de Jobs numa cerimônia de colação de grau em Stanford. Postarei o discurso em dois vídeos. Achei o discurso um pouco melodramático e demasiadamente eclético. Mas é impossível reconhecer o valor de Jobs e suas palavras têm o peso de quem fez e tem feito acontecer. Em seu discurso, ele apela sempre que possível para o sentimento empreendedor que é a marca de Stanford e do Vale do Silício. Não deixa de dar uma alfinetada na concorrência dizendo que sem as idéias da Apple poderíamos não ter tido os computadores de hoje. O que mais gostei no discurso é quando admite que não conseguia ver razão em algumas coisas que precisava estudar quando estava na Universidade, mas, depois, com experiência, foi conseguindo “ligar os pontos”. Vejam os vídeos legendados abaixo e cheguem a sua conclusão.

Parte 1


Parte 2