Siga-me no Twitter em @vascofurtado
Mostrando postagens com marcador Escola de Saúde Pública. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Escola de Saúde Pública. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Uma Visão do Investimento em Saúde dos Municípios Cearenses


Dando continuidade à divulgação dos resultados das atividades realizadas na quinta-feira 9 de dezembro, quando do dia Internacional Contra  a Corrupção, venho agora mostrar o desempenho dos municípios cearenses na área da Saúde. Relembro que as atividades foram realizadas no Laboratório de Engenharia do Conhecimento na UNIFOR juntamente com técnicos do Tribunal de Contas dos Municípios (TCM) e jornalistas.

Vejam abaixo dois gráficos de resultados que obtivemos ao explorar os dados de empenho dos municípios na função Saúde. Calculamos o gasto em saúde per capita, a partir da população de cada município divulgada pelo IBGE. O primeiro gráfico mostra os dez municípios que mais investiram per capita em saúde no ano de 2010. O segundo mostra os que menos investiram. 



terça-feira, 27 de novembro de 2007

Mapeamento Criminal em Debate Na Escola de Saúde Pública

Na semana passada fui convidado para participar de uma mesa de debates com a Profa. Glaucíria Brasil e com o Dr. Luis Carlos Galvão médico legista de Salvador. Excelente iniciativa da Escola de Saúde Pública, pois a Segurança é um problema multidisciplinar e a área de saúde é uma das que mais sofre as conseqüências da falta de políticas efetivas na área. O Dr. Mário Mamede me disse que a cada cinco minutos chega um motoqueiro acidentado ao IJF (que não vêm só de Fortaleza). Foi igualmente uma ótima oportunidade para que eu pudesse disseminar os conceitos de mapeamento criminal e de como isso pode ser útil como ferramenta de gestão pública. A Segurança tem o que aprender com a Saúde. Desde a criação do SUS (Sistema Único de Saúde), uma cultura de coleta e análise de dados se criou e hoje dados sobre o sistema de saúde são bem mais confiáveis do que os dados da Segurança. Não é a toa que muitas vezes o Ministério da Justiça recorre às estatísticas de homicídios vinda do SUS ao invés das que vêm das polícias estaduais.